Minha homenagem ao Chester Bennington

Hoje é um daqueles dias que a gente fica sem chão, perdida e sem saber o que fazer. Hoje o meu maior ídolo se foi e eu, que nunca soube lidar com a morte, mais uma vez, não estou sabendo lidar.

Eu só queria deixar aqui a minha homenagem ao vocalista da banda mais foda do mundo. O Linkin Park me trouxe alegrias durante 14 anos, fez com que eu conhecesse pessoas incríveis Brasil a fora, fizeram o show mais espetacular que eu já assisti (Porto Alegre em 2012) e fizeram com que eu virasse viciada em música. Eu não tenho palavras, mas desejo paz para todos nós, fãs, aos familiares dele, principalmente aos filhos, e aos meninos da banda.

 

O Linkin Park sempre será a minha banda favorita e o Chester sempre vai ser o meu maior ídolo, o melhor frontman, o melhor vocalista. Descanse em paz, Chazy! We love u!

 

Essa vida de fã é meio louca. A gente se apega a pessoas que, muitas vezes, nem vamos conhecer. A gente se sente próximo, amigo, apoiador, mesmo quando o outro nem sabe que tu existe. A gente se identifica com as músicas, faz amigos por causa deles, e nunca pensa que tudo isso um dia vai “acabar”. Que nem sempre dura o tempo que gostaríamos que durasse. E quando esse momento chega a gente se sente sem chão, a gente não sabe o que fazer, o que sentir. E da forma mais dura que poderia acontecer, hoje o cara que eu mais admiro se foi, e eu não estava preparada (alguém alguma vez esteve?). Eu só quero desejar paz pra alma do Chester, pra banda e pros famíliares, e claro, pra nós fãs, que de alguma forma também perdemos “um amigo”. O Linkin Park foi e sempre será a banda que me fez amar o rock, a música, shows e tudo que envolve. Pelo menos sabemos que pro resto das nossas vidas, teremos as músicas deles. Obrigada aos amigos que enviaram mensagem e se preocuparam, estou bem (na medida do possível). E a foto é uma das que eu mais gosto do Chaz, que demonstra bem o brilho e o lado brincalhão dele. Eu te amo @chesterbe , vai com Deus. #ripchester #rip #lp #linkinpark #wearelpu #lpu #reastinpeace #chesterbennington #chazychaz

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Tenho uma playlist no spotify só com as músicas deles (sem as versões acapella), pros dias que to a fim de só escutar LP. Deixo aqui como homenagem. E pra quem quiser ouvir, enquanto chora mais um pouco 🙁

Glaciar Pastoruri – Parque Nacional Huascarán (Perú)

Olá, pessoas! Como estão?

Hoje vou falar sobre a trilha que fiz em janeiro para ver o Glaciar Pastoruri, no Peru. Essa foi a primeira trilha que fizemos, por ser menor do que a da Laguna 69, apesar de esta chegar até 5 mil metros de altura (a da laguna chega um pouco menos) ela é mais curta de extensão e nos recomendaram começar por ela justamente por isso.

Essa trilha fica dentro do Parque Nacional Huascarán, próximo a cidade de Huaraz. Para fazer esse passeio, se eu não me engano custa 35 soles (para grupos maiores), como fizemos as duas trilhas, pagamos 65 soles pelas duas. Na entrada do Parque temos que desembolsar mais 10 soles, que é o valor cobrado para entrar no parque e não está incluso no valor do passeio.

A agencia contratada pelo nosso hostel passou as 9h da manhã para pegar todo mundo e depois em outros dois até lotar o ônibus. Fizemos uma parada no caminho, onde pudemos comprar folha de coca, que ajuda muito em relação a altitude! Cachecol, luvas e apetrechos para o frio.

Antes de chegarmos à trilha de fato, o ônibus faz algumas paradas, para alguns super legal, para outros meio desinteressante. A primeira parada é para ver água gaseificada naturalmente. Confesso que não vi nada de muito interessante nessa parada, exceto pelas belas paisagens.

Depois paramos em um lago, que segundo nosso guia, é colorido. Porém o dia estava bastante fechado e parece que só é possível ver alguma coisa quando o dia está mais ensolarado ou pelo menos com um pouquinho de sol. Com isso a parada se tornou meio deprimente para quem ama fotografia como eu. Mas durante o trajeto nosso guia foi falando várias coisas interessantes.

1) água gaseificada. 2) paisagem. 3) lago “colorido”

A parada seguinte é para ver as Puya Raimondi, flores típicas da região e que estão entrando em extinção. É uma planta que pode viver mais de 100 anos. Floresce apenas umas vez “na vida” durante um período de 2 a 3 meses. Podem medir de 2 a 12 metros e a maior desse parque tem 12 m. Ela é parente do abacaxi. São enormes e achei lindas, fico imaginando florida!

Puya Raimondi
Puya Raimondi

Depois chegamos no início da trilha. No começo tem local para alugar sapatos de trilha e outras coisas que podem ser necessárias. Caso não tenha, uma roupa impermeável é bom, porque normalmente chove e neva durante o percurso. Eu não aluguei nada, fui com meu tênis de corrida mesmo e deu tudo certo. A trilha tem 4km de extensão, sendo 2km de subida e mais 2 de descida. (como vocês podem ver no satélite do meu runkeeper abaixo hehehe). Também é possível fazer esse trajeto à cavalo, pagando uma quantia por isso, mas como eu não fui, não lembro quanto era, talvez uns 5 ou 10 soles (não tenho certeza). Na imagem podemos ver a altitude, e também como o gelo está sumindo 🙁

Parece simples quando a gente pensa “ah, são só 4km”, foi o que eu pensei quando cheguei lá e depois me arrependi de ter dito. Como podem ver, levei 1:30 para fazer “só 4km”. Havia esquecido do detalhe que iriamos chegar a 5 mil metros. Então em virtude disso, a caminhada se torna um pouco mais lenta e cansativa. Eu senti falta de ar em alguns momentos, mas nada preocupante. Nessa trilha não precisei mascar folha de coca, no início acabei mascando apenas para ver se era bom (e não gostei), por isso resolvi mascar apenas se sentisse alguma coisa e fosse necessário.

O Glaciar Pastoruri  foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade em 1985, fica ao sul da Cordillera Blanca. A parte mais alta do nevado chega a 5.201m.

altitude-huaraz-glacial-pastoruri

A informação mais triste que o guia nos passou foi que em 5 a 10 anos o Nevado pode (e provavelmente vai) desaparecer em virtude do aquecimento global. Até 2 anos atrás eram realizadas competições nacionais de esqui durante o inverno e o gelo já retrocedeu tanto nos últimos anos que atualmente já não são mais realizados. O nevado ficou fechado por alguns anos, justamente para tentarem recuperar a área de gelo perdida, mas infelizmente não há mais recuperação e a tendencia agora é o gelo desaparecer aos poucos.

Acredito que durante o inverno a paisagem seja diferente, como eu fui no verão, obviamente tinha menos gelo. Mas o guia também nos contou que mesmo no inverno, já não é como era antes. A parte que ainda possui gelo é cercada e não é possível tocar na neve, porque com o passar dos anos e dos estudos, descobriram que a simples presença do homem fazer com que o gelo derreta mais facilmente, em virtude disso, não pode-se mais brincar na neve como era possível antigamente.

O lugar é lindo e vale muito a visita, pelo menos enquanto há tempo.

Espero que gostem.

Beijos

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Diário de Bordo: Huaraz – Perú – Part 2

Olá, pessoas! Como estão?

Fiquei uns dias sem computador, porque o técnico tinha estragado o meu mouse quando foi pra assistência arrumar meu HD e não consegui liberar a postagem antes de viajar para Foz na semana passada. Em breve falarei sobre os passeios que fiz por lá.

Então hoje vou terminar de contar para vocês sobre a cidade Huaraz, na serra peruana.

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Huaraz vista do Hostel Alpes Huaraz

Como falei na postagem anterior, chegamos em Huaraz na sexta-feira, para começar a preparar nossos organismos em relação à altitude.

Quando chegamos no hostel eles já nos ofereceram vários passeios para fazer naquele dia, a maioria era relacionado a turismo de aventura como mountain bike, escalada e afins. Eu optei por não fazer nenhum desses passeios, primeiro porque achei muito caro (a maioria em torno de 40 – 60 soles) e porque fiquei com medo de passar mal ou qualquer coisa do tipo. Principalmente porque a gente tinha recém chegado e não tinha dado tempo de saber como o organismo ia reagir. Teve amigos que foram e deu tudo certo.

Nesse primeiro dia optamos por ficar de boa, chegamos na cidade por volta das 5 e pouco da manhã, estava uma madrugada fria (8ºC), fomos caminhando da rodoviária para o hostel porque era pertinho (você encontrará informações sobre o Hostel aqui). Fizemos check in, o que demorou um pouco já que nosso grupo era grande.

Quem preferiu fazer algum dos passeios ficou por ali escolhendo, já deixamos tudo encaminhado para fazer as Trilhas do Glaciar Pastoruri e da Laguna 69. Meu grupo resolveu passear pelo centrinho da cidade e aproveitar o dia lindo de sol.

Começamos tirando algumas fotos nessa praça que fica em frente a rua do hostel. Eu achei ela muito fofa apesar de sempre estar vazia (pelo menos enquanto estavamos lá).

praça-huaraz
Foto da praça quando chegamos de madrugada

Depois fomos para a Plaza de Armas, sim, praticamente todas (ou seriam todas?) as praças principais das cidades do Peru tem esse nome. Tiramos mais fotos, tiramos foto com a ovelha filhote da senhora, com a Alpaca vestida da outra senhora e foi uma festa. Principalmente em relação a Alpaca, que só não faz mais sucesso que as lhamas apesar de pouca gente saber a diferença. Fiquei com dó da senhora da Ovelha porque ninguém dava bola pra ovelha enquanto todo mundo ia para cima da Alpaca. Então eu fui tirar foto com a ovelhinha também porque era muito fofa.

alpaca-ovelha-huaraz

É importante ressaltar que essas mulheres ficam o dia todo ali oferecendo foto para os turistas e pedem uma contribuição espontânea pelas fotos. Você pode pagar quanto quiser, normalmente elas falam que é 1 sol, eu paguei 1 para cada. O Lam, o Chines do grupo, que não entendia nada de espanhol deu uma moeda de 2 soles e ficou esperando troco. Quando falei que ele não ia receber, ficou meio puto hahaha. Então assim, não de uma moeda de 5 soles se não quiser contribuir com 5, porque elas não vão dar troco.

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Catedral Inacabada – Huaraz

Na Plaza de Armas também encontramos a Catedral da cidade, uma Igreja que nunca foi terminada. Foi declarada patrimônio Cultural da Nação no início de 2017.

Depois fomos almoçar em um restaurante que encontramos por ali, que eu falei na postagem anterior.

Depois do almoço fomos para uma feirinha que tem em frente a Plaza de Armas, que é incrível! Tem de tudo, tem muita coisa linda e eu deixei boa parte do meu dinheiro da viagem ali hahahaha.
Tem camiseta, luva, cachecol, bolsa, pulseira, pisco, copo de pinga (por favor, não usem a palavra pinga no Peru!), porta moeda, boné e tudo que puder imaginar com a referência tanto de Huaraz quanto do Peru (mas é mais da cidade).

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Fotos da minha amiga Luise Scheidemantel Schroeder

Vale passar em todas as lojinhas, fazer uma pesquisinha de preço e negociar, dá pra conseguir uns bons descontos.
Eu já tinha feito pesquisa de preço de todas as lembrancinhas que queria trazer pro Brasil em Trujillo, então tudo que encontrei mais barato em Huaraz eu comprei. Deu pra economizar uns bons 20 ou 30 soles com isso, se não mais.
Em Huaraz também comprei um par de luvas, nessa feirinha mesmo, por 5 soles. Meu gorro (estilo Chaves) já tinha comprado no centro de Trujillo por 15 soles. Comprei também um cachecol, mas esse foi na ida pro Glaciar, por 10 soles. Todas são de lã de lhama e eu amei a qualidade. E consegui comprar todos da mesma cor e parece até um conjuntinho, mas na verdade comprei tudo em lojas separadas hehehe.

Depois de perder horas nessa feira voltamos pro Hostel e depois saímos pra jantar.

Então era isso eu tinha pra falar sobre a cidade de Huaraz. Em breve vou falar sobre os passeios do Pastoruri e a Laguna 69.

Espero que tenham gostado.
Beijos

 

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Diário de Bordo: Huaraz – Perú – Part 1.

Olá, pessoas, como estão? Por aqui tudo bem. Estou conseguindo postar toda semana, pelo menos uma vez na semana então isso já me deixa contente.

Bom, já faz 4 meses que voltei do Peru, mas ainda ficaram algumas coisas pendentes que eu gostaria de compartilhar com vocês, então vou voltar a escrever um pouco sobre a viagem, mesmo que atrasada hehehe.

Como a postagem começou a ficar grande, vou dividir em duas partes. Nessa parte você vai ler como cheguei até lá, empresa de transporte que usei, onde me hospedei, valores e um pouco sobre a cidade. Na próxima vou falar os locais que conheci na cidade, pontos turísticos e mais valores.

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Huaraz vista do Hostel Alpes Huaraz

Hoje quero falar sobre a cidade de Huaraz, que fica na Serra do Perú, é tipo a capital do departamento (estado) de Ancash. É uma cidade pequena de menos de 100 mil habitantes (segundo o Wikipédia hehe) e que vive quase que exclusivamente do turismo.

Foi a única viagem mais longe que fiz durante o meu intercâmbio, a cidade fica a 8 horas de viagem de ônibus de Trujillo. Essa viagem seria mais ou menos equivalente a ir de Blumenau para São Paulo e o que me chamou atenção foi o preço da passagem, porque trechos longos assim aqui no Brasil custam uma fortuna. Cada passagem estava custando 40 ou 50 soles (pela empresa Línea – super recomendo!!), isso em janeiro de 2017 quando viajei, mas como compramos as passagens de da e volta juntas nos deram desconto e o valor final ficou em 75 soles, esse valor foi na melhor parte do ônibus, seria o equivalente ao nosso ônibus Leito no Brasil e pagamos só isso!

Os ônibus da Línea são grandes, espaçosos e extremamente confortáveis. Bancos de couro e eles ainda passam filmes durante o trajeto hehehe. Bem melhor do que qualquer companhia de transporte que já usei no Brasil.

ônibus-línea
Única foto que tenho do ônibus. Não ficou boa, mas dá para ver os bancos

A primeira coisa que você precisa saber sobre a cidade de Huaraz é: a cidade fica a 3 mil metros de altitude. Então para nós, que somos do Brasil, esse detalhe pode trazer alguns problemas durante a aclimatização. Alguns locais de Ancash chegam a 5 mil metros de altitude, como alguns locais do Parque Nacional Huascarán, que falarei em breve.

Algumas pessoas passam mal por causa da altitude, desde dores de cabeça até enjoos e principalmente falta de ar. Isso varia muito de organismo para organismo. Eu achei que seria mais afetada, principalmente por ter bronquite, mas no geral achei a adaptação tranquila. Folha de coca é ruim, mas ajuda. É fácil encontrar em vários locais da cidade, inclusive no hostel se precisar eles têm para vender, inclusive chá de coca. Eu comprei 2 pacotinhos no início do nosso passeio para o Glaciar Pastoruri e paguei 1 sol cada.

Como fomos para a cidade fazer as Trilhas do Glaciar Pastoruri e da Laguna 69 (ambas chegam a 5 mil metros) fomos um dia antes para a cidade justamente para começar a preparação do organismo para as trilhas.

Saímos de Trujillo as 21h de quinta-feira, dia 19 de janeiro de 2017 e chegamos em Huaraz umas 5 e pouco da manhã. A cidade é pequena, pacata e supersegura. E por ser na Serra e muito alta, faz frio mesmo no verão, chegando a nevar um pouco nos locais mais altos.

Ficamos no Hostel Alpes (Jr. Ladislao Meza, 112), se eu não me engano pagamos 28 soles por noite, ou mais ou menos isso, lembro que não foi muito caro. Fomos em um grupo de 20 pessoas e fechamos 2 quartos de 6 pessoas e outros ficaram em quatros em 4 e mais 2 pessoas desconhecidas. O Hostel é bem localizado, fica próximo da rodoviária (fomos a pé tanto quando chegamos quanto na volta).

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Recepção do Hostel

Os funcionários do Hostel são supersimpáticos e atenciosos. Compreensíveis também quando precisamos de algo. Como estávamos em intercâmbio, praticamente todo final de semana tinha “gente nossa” indo pra lá, com isso eles deram alguns descontos para gente. Exemplo: chegamos antes da hora do check-in, eles liberaram os quartos sem nos cobrar a mais e no domingo pedimos para deixar as mochilas guardadas enquanto fazíamos a trilha da Laguna 69 e eles liberaram também sem nos cobrar nada a mais.

Então tudo é questão de conversar. Fomos em 20 pessoas mas tinha mais ou menos uns 15 brasileiros, um final de semana antes outro grupo tinha ido e recomendou o passeio para gente, e nós já tínhamos falado com outras pessoas que iriam no final de semana seguinte, então eles sabiam que íamos continuar “mandando gente” para lá hehehe.

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O Hostel tem café da manhã, mas dependendo do passeio que você for fazer, a saída é muito cedo e acaba não dando tempo para comer porque o café inicia mais tarde (exemplo: o passeio para a Laguna 69 sai as 5:30h).

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Os restaurantes do centro geralmente tem placas como essa com os Menus do dia

Na sexta-feira, dia que chegamos, almoçamos fora. Têm vários restaurantes pequenos e baratos no centro, andamos procurando algum que tivesse alguma coisa para comer que agradasse a todos. Encontramos um que fica no segundo andar de uma construção, mas não consigo me recordar o nome, nem sei se tinha um nome lá. Pagamos 5 soles, a entrada era sopa de trigo e batata com pimenta, o prato principal pedi milanesa de pollo e ainda vinha um refresco. Sim, tudo isso por 5 soles. Valeu super a pena porque a comida era boa, eu só dispensei a sopa porque queria comer o prato principal mesmo.

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Como ia ficar caro comer fora todos os dias durante a viagem (em relação à janta), um dos dias optamos por comprar coisas no mercado para fazermos um lanche na cozinha comunitária que tem no hostel. Fomos fazer as compras no mercadinho que se chama Market Ortiz (Av. Luzuriaga Nº 401), fica no centro e próximo do hostel. Compramos, se eu não me engano, 3 ou 4 pacotes de pão de forma, 1kg de queijo, 1kg de presunto, tomates, manteiga e sucos. Acho que foi só isso. Jantamos bem (em 10 pessoas, porque acabamos dividindo o grupo de 20 em 2 para facilitar as tomadas de decisão), com o que sobrou fizemos um sanduíche para cada um comer durante o trajeto da trilha do dia seguinte e ainda sobrou um pouco de alguma coisa que dividimos com o nosso outro grupo. Essa nossa janta/lanche ficou 8 soles e pouco para cada um.

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Janta na cozinha (Brasil, China, Dinamarca, México)

Um dia jantamos no Soprano’s, um local que tem Karaokê, mas infelizente no dia que fomos não tinha. Fica na esquina da rua do Hostel. Eles demoraram um pouco para trazer os pedidos, mas os funcionários foram simpáticos e o local é bem legal. Um pouco caro, mas legal. Eu comi pizza nesse dia, mas não lembro quanto paguei, mas acho que foi algo em torno de 15 ou 25 soles. De preferencia levem dinheiro mais trocado, porque tivemos que esperar um tempão até eles conseguirem troco para todo mundo.

Bom, na próxima postagem mostro um pouco mais da cidade.

Espero que gostem 😊

Beijos

 

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Aprendendo inglês online: Duolingo

Olá, pessoas! Como estão?

Por aqui tudo bem, na correria, mas vamos seguindo! hahaha. Bem feliz de estar conseguindo escrever, mesmo que seja pouco e sempre rapidinho.

Já faz pelo menos 1 ano e meio que eu decidi finalmente aprender inglês (como já falei um pouco aqui também). Comecei como a grande maioria das pessoas: através da série Friends, que eu nunca havia assistido e me apaixonei no ano passado. Confesso que desde o dia que eu decidi que agora eu ia aprender, facilitou muito minha vida.

Já fiz cursos de inglês durante a vida, quando era pequena fiz o Kids 1 e 2 na escola de Idiomas da Universidade que me formei anos depois, depois fiz aulas durante os anos na escola (da 5ª a 8ª série em colégio municipal e no ensino médio em escola particular), uns dois anos depois do ensino médio tentei novamente em outra escola de idiomas (que eu já fazia curso de Webdesign) e o que eu posso dizer? Que não aprendi nada. Aprendi apenas o significado de palavras isoladas, nunca consegui formar uma frase além de “My name is, hi, how are you?, the book is on the table” e essas coisas mais básicas do que andar pra trás.

 

Finalmente encontrei uma escola que tem o método de ensino de inglês que está dando certo para mim, e estou a quase 1 ano fazendo aulas. Percebi que, comparando um ano atrás, meu inglês melhorou bastante apesar de ainda ser básico (mas também com a minha falta de tempo de fazer mais aulas, não posso exigir muito hehe). Mas também percebi que, além de ter professores bons e uma escola disposta a me ajudar quando preciso, esse mérito é todo meu, que tenho me esforçado bastante pra aprender essa língua maravilhosa que eu julguei detestar pelo simples fato de não ter sido ensinada do jeito certo no passado.

Pensando nisso, resolvi compartilhar com vocês alguns meios alternativos que eu uso para ajudar na minha saga de aprender inglês, para tentar aumentar cada vez mais o meu conhecimento e não levar os duros quinhentos anos que as escolas de idiomas pedem para chegar ao nível avançado hehehe.

Então sempre que eu encontrar algum site, aplicativo ou qualquer coisa do tipo que me ajude de alguma forma no aprendizado de inglês, vou compartilhar com vocês.

E hoje vou falar do Duolingo.

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O Duolingo é um site (que também é aplicativo) bem conhecido pelas pessoas que estão em busca de conhecimentos de outras línguas. Eu já usei a alguns anos atrás, mas tive bastante dificuldade por causa do meu conhecimento limitado da língua. Hoje com um pouquinho mais de conhecimento, utilizo sempre que tenho um tempo para aprender mais. Também fiz algumas lições em espanhol antes de viajar para o Peru, mas confesso que a falta de tempo me fez focar mais no inglês mesmo.

O site é bem simples de ser usado, apesar de eu achar que a forma como ele vai avançando os níveis poderia ser diferente. Mas é bem legal. Além do inglês e do espanhol, você pode aprender: Francês, Alemão, Italiano… E o melhor de tudo: de graça.

Faz um tempinho que não utilizo o meu, mas já estava no nível 10 de aprendizagem. O site também tem uma parte de fórum, onde você pode colocar duvidas ou conversar com as pessoas. E também é possível fazer um teste de certificação depois de terminar todos os exercícios, que segundo eles “A equipe por trás do Duolingo usa tecnologia de ponta para gerar uma nota alinhada ao CEFR. Os resultados são comparáveis a outros exames sérios como o TOEFL e o IELTS.

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Área utilizada como “fórum”

Como vocês podem ver na imagem abaixo, também conseguimos ver as palavras que aprendemos e o nosso nível em relação a cada uma delas. Quando você fica muito tempo sem acessar o site, os níveis vão baixando, isso significa que você precisa treiná-las novamente. Isso é uma das coisas que eu acho mais legal. Como não faço atividades a 9 meses (segundo eles, não lembrava que era tanto!), vocês podem ver que meus níveis estão baixos.

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As unidades são separadas por temas e cada área tem um número X de exercícios para fazer. Você só pode avançar para o próximo nível se tiver um bom aproveitamento de cada unidade, senão é necessário refazer cada atividade até conseguir “uma nota” boa (não é nota, mas seria tipo isso caso fosse uma prova) para seguir adiante. Quando você consegue o nível máximo de aproveitamento de cada unidade, esses desenhos ali ficam dourados e os níveis embaixo /lado todos completos. Com o passar do tempo, eles vão baixando os níveis indicando quais unidades você precisa treinar novamente. Como podem ver na imagem, eu preciso treinar tudo de novo por ficar muito tempo sem acessar. E do lado conforme vou subindo de nível, o site vai me indicando quantos porcentos de fluência na língua eu já atingi. O bacana de ver esse número aumentando é saber que você está saindo da estaca zero.

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Quando você faz o cadastro, pode selecionar sua meta diária de aprendizado. O que vai desde o “básico” até o “insano” e para que serve isso? Isso é para você ver se consegue manter um ritmo de aprendizagem diária e o site te ajuda colocando metas de acordo com a sua necessidade ou tempo disponível. Se você escolher o básico, precisa fazer apenas 1 XP (pontos) por dia, e fazendo apenas uma atividade você já alcança sua meta diária. Agora se você se programa para estudar pelo menos meia hora por dia (Insano – 50 XP – que era a meta que eu havia colocado) a chance de seu inglês melhorar mais rápido será maior, e sempre que você alcançar sua meta diária o site te avisa e parabeniza por isso.

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Além disso tudo, você ainda pode seguir seus amigos que também têm cadastro no site e ver o desempenho deles. Caso algum deles ultrapasse você em pontuação, o site te avisa para que você se motive cada vez mais. E com isso você também pode fazer brincadeiras com seus amigos e ver quem tem o melhor desempenho no site e por aí vai.

Eu estava usando bastante o Duolingo para aprender porque ele não segue a ordem das minhas aulas da escola, então além de aprender o que a escola me ensina, ao mesmo tempo estava aprendendo coisas que verei só em outras unidades dos meus livros. Algumas atividades do Duolingo nem tinham ainda no livro que estou estudando no momento, então é aprendizado em dobro! 🙂

 

Espero que tenham gostado da dica e que aproveitem o site! 🙂

Quando souber mais, aviso vocês, e se quiserem me dar dicas também, estou sempre disposta a aceitar hehehe.

Se quiserem me seguir no Duolingo, meu perfil é esse.

beijos e bom final de semana.