Desejo do mês: Gorila Clube

Olá, pessoas! Como estão?

Por aqui tudo certo, com pouco tempo livre, mas tudo indo maravilhosamente bem, principalmente em relação ao Mestrado.

Faz muito tempo que não faço nenhuma postagem de “Desejo do mês” e a de hoje é especial!

Especial? Mas porquê, Camila? Por que estou muito, muito feliz em fazer a minha primeira parceria com o blog! Muito contente em firmar parceria com a Gorila Clube, que não deu bola para o fato de o blog ainda não ser muito grande e sou grata por isso.

A Gorila Clube é uma loja de presentes super criativos e diferenciados, vale muito a pena dar um pulinho no site, tenho certeza que vocês vão amar t-u-d-o!

A parceria começou através do Blogs Brasil (aproveita e me segue lá) e espero que seja duradoura 🙂

Então hoje vou falar pra vocês um pouco sobre alguns produtos da loja: Quadros de Porta-Chaves.

Quem nunca ficou louco atrás da chave de casa, do carro, ou de qualquer lugar quando precisa sair de casa? Parece que elas resolvem sumir sempre que precisamos delas!

Então lá vai várias opções lindas de porta chaves para vocês:

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Modelo 1 | Modelo 2 | Modelo 3  | Modelo 4

Comecei com esses relacionados a música e filmes porque eu sou apaixonada por isso! A música move minha vida a muitos anos e “devo”  muitas coisas legais que aconteceram na minha vida as bandas que sou fã. E os filmes são sempre uma das melhores formas de escapar por algumas horas das preocupações da vida e tudo o mais. Escolhi essas fitas k7 porque me trazem nostalgia, muito fiquei esperando tocar minhas músicas preferidas na rádio para poder gravar nessas fitas. Muita gente nem sabe mais o que é! hahaha. A claquete de cinema porque eu acho muito legal e o outro “My precious” do Senhor dos Anéis, que apesar de não ser tão fã da trilogia eu acho essa frase sensacional e inclusive sempre que ouço alguém falar “precioso” eu penso nela com a voz do Gollum na minha cabeça.

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Modelo 5 | Modelo 6 | Modelo 7

Depois Harry Potter, né gente? Como não amar? Me tornei fã da série bem tarde, com 20 anos, mas hoje em dia tenho um carinho muito especial e gosto muito, por isso resolvi colocar três opções aqui. Todo ano gosto de fazer maratona pelo menos 1x por ano. Pretendo comprar a versão dos livros em inglês para reler também num futuro – espero que próximo.

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Modelo 8 

Por último eu escolhi a cabine telefônica símbolo de Londres, porque? Porque é meu próximo destino!! Sim, estou indo passar um mês em Londres no final do ano, farei um intercâmbio pra aprender inglês e estou super-hiper-mega animada! Não vejo a hora, e sei que vou trazer alguma lembrança de lá relacionada a cabine então escolhi ela para deixar aqui já a minha animação 🙂

 

Para acessar todos os produtos vocês podem clicar nos links abaixo de cada imagem, para ter acesso a cada página do produto, se quiser, também pode clicar nesse link aqui para acessar todos os Porta Chaves disponíveis no site.

Ou também você pode acessar o site do gorilaclube.com.br e ver todos os produtos incríveis que eles têm. Tem muita coisa, relacionada a filmes, video-games (inclusive com referências ao Nintendo – saudades!), a marcas, cidades e muito mais! Vale muito a pena conferir.

Você também pode seguir e curtir a loja nas redes sociais:

Instragram: @gorilaclube
Facebook: @gorilaclube 

Muito amor, né gente?! Espero que tenham gostado e ficado feliz tanto quanto eu por fechar a minha primeira parceria! 🙂

Beijo beijo e boa semana!

 

Trilha Laguna 69 – Parque Nacional Huascarán (Perú)

Olá, pessoas! Como estão?

Hoje vou fazer a última postagem sobre a minha viagem ao Perú (acredito que seja a última hahaha). A não ser que eu lembre de mais alguma coisa mais pra frente, mas do que eu havia programado para escrever, será a última.

Hoje a postagem vai ser sobre a trilha para a Laguna 69, um dos locais mais procurados da região de Huaraz e do Parque Nacional Huascarán. E de longe o lugar mais bonito que já vi na vida.

Laguna 69 é um dos locais mais procurados por quem viaja para essa região do Peru em busca de aventuras. Localizado no Parque Nacional de Huascarán, possui um percurso de 14 quilômetros, sendo 7km de ida e mais 7 de volta e chega na altitude de 4600 metros. Ela faz parte de cerca de 400 lagunas que existe no parque. Infelizmente o guia que nos levou nesse passeio era péssimo e nos passou poucas informações sobre o local. A única coisa que falou (quando nós perguntamos) é que se chama Laguna 69 porque cada lago tem um número e a maioria faz o percurso para essa por ser a mais bonita.

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Início da aventura e um pouco do percurso

A Laguna 69, assim como o Glaciar Pastoruri, também é considerado Patrimônio Natural da Humanidade, além de ser considerado Reserva da biosfera pela UNESCO.

Dica muito importante para quem vai fazer a trilha: vá com sapatos especiais para trilha, se não tiver, alugue no hostel (o nosso tinha disponível), eu acabei não alugando porque todo mundo que me falou sobre a trilha achou que não era necessário falar o quão difícil é subir, a quantidade de obstáculos, de pedras, de limo, de água. Sim, eu fui fazer a trilha sem saber absolutamente nada sobre o local e acabei me dando mal. Se possível leve capa de chuva também, quando fomos choveu boa parte do percurso. A única coisa que eu fiz foi colocar sacolas nos pés, porque a única informação que eu tive era que eu poderia molhá-los. E isso me ajudou muito! Principalmente porque fui com um tênis normal. Ao contrário do Glaciar Pastoruri, nessa trilha não tem opção de alugar sapato e capa de chuva no local.

Por ser uma trilha mais longa e muito puxada, o passeio começa cedo, saindo do hostel as 5:30 da manhã. Em virtude do horário, ninguém consegue tomar café, então no meio do caminho o ônibus para em lugar para as pessoas tomarem café.

Nesse dia tivemos muitos problemas com a excursão contratada, infelizmente não me lembro o nome deles, mas além do guia não ter feito o papel de guia de nos informar sobre o local, nosso ônibus quebrou logo no ínicio antes de sairmos de Huaraz. Ficamos 1 hora esperando por um ônibus novo que mais tarde quebrou também e por causa disso causou muitas confusões com o ônibus que pegaríamos as 21h de volta para Trujillo. Mas enfim, vamos falar de coisa boa: a trilha.

O passeio começa de ônibus, o caminho é longo até chegar no local onde começamos de fato a trilha. Fazemos uma parada para o café da manhã, e depois fizemos uma parada na Laguna Llanganuco, que é tão maravilhosa quanto a Laguna 69. Nosso guia não queria parar, mas de tanto a gente pedir, pararam por 5 minutos para tirar umas fotos. Foi muito ruim ter que fazer tudo correndo porque o ônibus deles resolveu quebrar.

Laguna Llanganuco

Então, como falei no início, essa trilha tem 14 km de extensão. Quando falaram isso eu já me assustei porque apesar de caminhar com frequência, eu raramente consigo fazer mais do que 6km sem começar a reclamar ou a ficar entediada. Por causa do nosso problema com o ônibus o guia nos obrigou a subir e descer em 6 horas, outro ponto que me chateou porque pude ficar pouco tempo admirando esse lugar maravilhoso.

A trilha é muito difícil, tem poucas partes de percurso em linha reta e sem elevação. A parte do início que é mais tranquila, acho que dá mais ou menos 1 ou 2 km e depois já começam as subidas. Tem parte com muito limo, outras partes que temos que atravessar partes de cachoeiras, muita pedra, muita subida, muito mato e fezes de vaca/boi. Falando nelas, cuidado, porque eu quase fui atacada e perseguida por uma.

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Por causa da altitude é muito comum sentir falta de ar, um cansaço maior do que sentiria se fosse no Brasil e dor de cabeça. Foram esses os sintomas que eu senti durante o percurso. Por sorte tive apenas dores de cabeça leves, quando começava eu já colocava umas folhas de coca na boca e logo passava.

Levei 3:20h para subir e 2:10h para descer. A subida foi pesada, obviamente, e a pior parte é a última parte por ser mais ingrime, estreita e ter muitas roxas (eu tinha medo de cair). A cada curva você pensa “será que agora já chegou?” e não, não chegou kkkk. Todas as pessoas que encontrei descendo – e eu conseguia identificar a língua que falavam – eu perguntava se faltava muito hahaha. Mas é recompensador. Como já falei na postagem sobre a cidade de Huaraz, fomos em um grupo de 20 pessoas, mas a subida foi meio solitária porque no início até começamos todo mundo meio junto, mas depois algumas pessoas vão ficando para trás e outras vão indo na frente, então passei boa parte do trajeto sozinha.

É muito comum as pessoas não conseguirem chegar ao topo, muitos passam mal ou não conseguem por causa dos limites físicos de cada corpo. Do meu grupo, acho que 50% ou quase 50% de pessoas desistiu e não chegou ao fim. Teve gente que desistiu quando estava quase lá e teve gente que desistiu logo no início, é normal. É muito importante cada pessoa conhecer o seu limite para não acontecer algum problema, principalmente porque muitas vezes acabamos indo sozinhos e caso alguém passe mal, estamos no meio do nada.

Apesar de ter achado a subida muito difícil, a descida também não foi nem um pouco fácil. Principalmente porque quando começamos a descer já havia chovido mais e com isso deixou todo o caminho mais úmido do que no início e as partes que havia água, estavam com mais água ainda. Eu escorreguei 2 vezes, sorte que não me machuquei e nem nada do tipo, apenas sujei metade da calça. Sorte também que desci com um grupo dos intercambistas que estavam comigo e mais um peruano que encontramos no caminho e ele me ajudou nas partes mais difíceis e ficou cuidando se estava tudo bem.

Cara de cansados, mas felizes por ter chego ao fim! Na foto: Dinamarca, México, Austrália e Brasil

Dica de roupas: Vá com roupa leve por baixo, porém bem agasalhado. Durante o percurso o corpo esquenta e a gente começa a tirar todos os casacos, cachecol e  touca. Mas conforme a altitude vai aumentando, vai ficando mais frio e precisamos ir recolocando as roupas. A chuva também deixa o clima mais frio. Em alguns momentos a chuva quase virou neve. No dia que eu fui, o clima estava bem instável, choveu, deu sol, ficou nublado, de tudo um pouco.

Cansada, molhada da chuva, mas muito feliz de estar nesse lugar maravilhoso

Bom, acho que é mais ou menos isso. Um pouco sobre a minha experiência na Laguna 69.

Como já havia falado na postagem do Glaciar Pastoruri, o passeio saiu por 65 soles (os dois – se eu não me engano), porque estávamos em um grupo grande. Nesse dia novamente tivemos que pagar 10 soles para entrar no Parque, que é o valor do ingresso.

Se eu lembrar de mais algum passeio legal que fiz no Peru, postarei mais para frente.

Logo começo a postar sobre a viagem que fiz para Foz do Iguaçu no final do mês passado 🙂

Beijos

Perdeu alguma postagem sobre a viagem? Leia nos links abaixo:

 

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Minha homenagem ao Chester Bennington

Hoje é um daqueles dias que a gente fica sem chão, perdida e sem saber o que fazer. Hoje o meu maior ídolo se foi e eu, que nunca soube lidar com a morte, mais uma vez, não estou sabendo lidar.

Eu só queria deixar aqui a minha homenagem ao vocalista da banda mais foda do mundo. O Linkin Park me trouxe alegrias durante 14 anos, fez com que eu conhecesse pessoas incríveis Brasil a fora, fizeram o show mais espetacular que eu já assisti (Porto Alegre em 2012) e fizeram com que eu virasse viciada em música. Eu não tenho palavras, mas desejo paz para todos nós, fãs, aos familiares dele, principalmente aos filhos, e aos meninos da banda.

 

O Linkin Park sempre será a minha banda favorita e o Chester sempre vai ser o meu maior ídolo, o melhor frontman, o melhor vocalista. Descanse em paz, Chazy! We love u!

 

Essa vida de fã é meio louca. A gente se apega a pessoas que, muitas vezes, nem vamos conhecer. A gente se sente próximo, amigo, apoiador, mesmo quando o outro nem sabe que tu existe. A gente se identifica com as músicas, faz amigos por causa deles, e nunca pensa que tudo isso um dia vai “acabar”. Que nem sempre dura o tempo que gostaríamos que durasse. E quando esse momento chega a gente se sente sem chão, a gente não sabe o que fazer, o que sentir. E da forma mais dura que poderia acontecer, hoje o cara que eu mais admiro se foi, e eu não estava preparada (alguém alguma vez esteve?). Eu só quero desejar paz pra alma do Chester, pra banda e pros famíliares, e claro, pra nós fãs, que de alguma forma também perdemos “um amigo”. O Linkin Park foi e sempre será a banda que me fez amar o rock, a música, shows e tudo que envolve. Pelo menos sabemos que pro resto das nossas vidas, teremos as músicas deles. Obrigada aos amigos que enviaram mensagem e se preocuparam, estou bem (na medida do possível). E a foto é uma das que eu mais gosto do Chaz, que demonstra bem o brilho e o lado brincalhão dele. Eu te amo @chesterbe , vai com Deus. #ripchester #rip #lp #linkinpark #wearelpu #lpu #reastinpeace #chesterbennington #chazychaz

A post shared by Camila Belli Kraus (@kmilabk) on

 

Tenho uma playlist no spotify só com as músicas deles (sem as versões acapella), pros dias que to a fim de só escutar LP. Deixo aqui como homenagem. E pra quem quiser ouvir, enquanto chora mais um pouco 🙁

Glaciar Pastoruri – Parque Nacional Huascarán (Perú)

Olá, pessoas! Como estão?

Hoje vou falar sobre a trilha que fiz em janeiro para ver o Glaciar Pastoruri, no Peru. Essa foi a primeira trilha que fizemos, por ser menor do que a da Laguna 69, apesar de esta chegar até 5 mil metros de altura (a da laguna chega um pouco menos) ela é mais curta de extensão e nos recomendaram começar por ela justamente por isso.

Essa trilha fica dentro do Parque Nacional Huascarán, próximo a cidade de Huaraz. Para fazer esse passeio, se eu não me engano custa 35 soles (para grupos maiores), como fizemos as duas trilhas, pagamos 65 soles pelas duas. Na entrada do Parque temos que desembolsar mais 10 soles, que é o valor cobrado para entrar no parque e não está incluso no valor do passeio.

A agencia contratada pelo nosso hostel passou as 9h da manhã para pegar todo mundo e depois em outros dois até lotar o ônibus. Fizemos uma parada no caminho, onde pudemos comprar folha de coca, que ajuda muito em relação a altitude! Cachecol, luvas e apetrechos para o frio.

Antes de chegarmos à trilha de fato, o ônibus faz algumas paradas, para alguns super legal, para outros meio desinteressante. A primeira parada é para ver água gaseificada naturalmente. Confesso que não vi nada de muito interessante nessa parada, exceto pelas belas paisagens.

Depois paramos em um lago, que segundo nosso guia, é colorido. Porém o dia estava bastante fechado e parece que só é possível ver alguma coisa quando o dia está mais ensolarado ou pelo menos com um pouquinho de sol. Com isso a parada se tornou meio deprimente para quem ama fotografia como eu. Mas durante o trajeto nosso guia foi falando várias coisas interessantes.

1) água gaseificada. 2) paisagem. 3) lago “colorido”

A parada seguinte é para ver as Puya Raimondi, flores típicas da região e que estão entrando em extinção. É uma planta que pode viver mais de 100 anos. Floresce apenas umas vez “na vida” durante um período de 2 a 3 meses. Podem medir de 2 a 12 metros e a maior desse parque tem 12 m. Ela é parente do abacaxi. São enormes e achei lindas, fico imaginando florida!

Puya Raimondi
Puya Raimondi

Depois chegamos no início da trilha. No começo tem local para alugar sapatos de trilha e outras coisas que podem ser necessárias. Caso não tenha, uma roupa impermeável é bom, porque normalmente chove e neva durante o percurso. Eu não aluguei nada, fui com meu tênis de corrida mesmo e deu tudo certo. A trilha tem 4km de extensão, sendo 2km de subida e mais 2 de descida. (como vocês podem ver no satélite do meu runkeeper abaixo hehehe). Também é possível fazer esse trajeto à cavalo, pagando uma quantia por isso, mas como eu não fui, não lembro quanto era, talvez uns 5 ou 10 soles (não tenho certeza). Na imagem podemos ver a altitude, e também como o gelo está sumindo 🙁

Parece simples quando a gente pensa “ah, são só 4km”, foi o que eu pensei quando cheguei lá e depois me arrependi de ter dito. Como podem ver, levei 1:30 para fazer “só 4km”. Havia esquecido do detalhe que iriamos chegar a 5 mil metros. Então em virtude disso, a caminhada se torna um pouco mais lenta e cansativa. Eu senti falta de ar em alguns momentos, mas nada preocupante. Nessa trilha não precisei mascar folha de coca, no início acabei mascando apenas para ver se era bom (e não gostei), por isso resolvi mascar apenas se sentisse alguma coisa e fosse necessário.

O Glaciar Pastoruri  foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade em 1985, fica ao sul da Cordillera Blanca. A parte mais alta do nevado chega a 5.201m.

altitude-huaraz-glacial-pastoruri

A informação mais triste que o guia nos passou foi que em 5 a 10 anos o Nevado pode (e provavelmente vai) desaparecer em virtude do aquecimento global. Até 2 anos atrás eram realizadas competições nacionais de esqui durante o inverno e o gelo já retrocedeu tanto nos últimos anos que atualmente já não são mais realizados. O nevado ficou fechado por alguns anos, justamente para tentarem recuperar a área de gelo perdida, mas infelizmente não há mais recuperação e a tendencia agora é o gelo desaparecer aos poucos.

Acredito que durante o inverno a paisagem seja diferente, como eu fui no verão, obviamente tinha menos gelo. Mas o guia também nos contou que mesmo no inverno, já não é como era antes. A parte que ainda possui gelo é cercada e não é possível tocar na neve, porque com o passar dos anos e dos estudos, descobriram que a simples presença do homem fazer com que o gelo derreta mais facilmente, em virtude disso, não pode-se mais brincar na neve como era possível antigamente.

O lugar é lindo e vale muito a visita, pelo menos enquanto há tempo.

Espero que gostem.

Beijos

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Diário de Bordo: Huaraz – Perú – Part 2

Olá, pessoas! Como estão?

Fiquei uns dias sem computador, porque o técnico tinha estragado o meu mouse quando foi pra assistência arrumar meu HD e não consegui liberar a postagem antes de viajar para Foz na semana passada. Em breve falarei sobre os passeios que fiz por lá.

Então hoje vou terminar de contar para vocês sobre a cidade Huaraz, na serra peruana.

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Huaraz vista do Hostel Alpes Huaraz

Como falei na postagem anterior, chegamos em Huaraz na sexta-feira, para começar a preparar nossos organismos em relação à altitude.

Quando chegamos no hostel eles já nos ofereceram vários passeios para fazer naquele dia, a maioria era relacionado a turismo de aventura como mountain bike, escalada e afins. Eu optei por não fazer nenhum desses passeios, primeiro porque achei muito caro (a maioria em torno de 40 – 60 soles) e porque fiquei com medo de passar mal ou qualquer coisa do tipo. Principalmente porque a gente tinha recém chegado e não tinha dado tempo de saber como o organismo ia reagir. Teve amigos que foram e deu tudo certo.

Nesse primeiro dia optamos por ficar de boa, chegamos na cidade por volta das 5 e pouco da manhã, estava uma madrugada fria (8ºC), fomos caminhando da rodoviária para o hostel porque era pertinho (você encontrará informações sobre o Hostel aqui). Fizemos check in, o que demorou um pouco já que nosso grupo era grande.

Quem preferiu fazer algum dos passeios ficou por ali escolhendo, já deixamos tudo encaminhado para fazer as Trilhas do Glaciar Pastoruri e da Laguna 69. Meu grupo resolveu passear pelo centrinho da cidade e aproveitar o dia lindo de sol.

Começamos tirando algumas fotos nessa praça que fica em frente a rua do hostel. Eu achei ela muito fofa apesar de sempre estar vazia (pelo menos enquanto estavamos lá).

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Foto da praça quando chegamos de madrugada

Depois fomos para a Plaza de Armas, sim, praticamente todas (ou seriam todas?) as praças principais das cidades do Peru tem esse nome. Tiramos mais fotos, tiramos foto com a ovelha filhote da senhora, com a Alpaca vestida da outra senhora e foi uma festa. Principalmente em relação a Alpaca, que só não faz mais sucesso que as lhamas apesar de pouca gente saber a diferença. Fiquei com dó da senhora da Ovelha porque ninguém dava bola pra ovelha enquanto todo mundo ia para cima da Alpaca. Então eu fui tirar foto com a ovelhinha também porque era muito fofa.

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É importante ressaltar que essas mulheres ficam o dia todo ali oferecendo foto para os turistas e pedem uma contribuição espontânea pelas fotos. Você pode pagar quanto quiser, normalmente elas falam que é 1 sol, eu paguei 1 para cada. O Lam, o Chines do grupo, que não entendia nada de espanhol deu uma moeda de 2 soles e ficou esperando troco. Quando falei que ele não ia receber, ficou meio puto hahaha. Então assim, não de uma moeda de 5 soles se não quiser contribuir com 5, porque elas não vão dar troco.

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Catedral Inacabada – Huaraz

Na Plaza de Armas também encontramos a Catedral da cidade, uma Igreja que nunca foi terminada. Foi declarada patrimônio Cultural da Nação no início de 2017.

Depois fomos almoçar em um restaurante que encontramos por ali, que eu falei na postagem anterior.

Depois do almoço fomos para uma feirinha que tem em frente a Plaza de Armas, que é incrível! Tem de tudo, tem muita coisa linda e eu deixei boa parte do meu dinheiro da viagem ali hahahaha.
Tem camiseta, luva, cachecol, bolsa, pulseira, pisco, copo de pinga (por favor, não usem a palavra pinga no Peru!), porta moeda, boné e tudo que puder imaginar com a referência tanto de Huaraz quanto do Peru (mas é mais da cidade).

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Fotos da minha amiga Luise Scheidemantel Schroeder

Vale passar em todas as lojinhas, fazer uma pesquisinha de preço e negociar, dá pra conseguir uns bons descontos.
Eu já tinha feito pesquisa de preço de todas as lembrancinhas que queria trazer pro Brasil em Trujillo, então tudo que encontrei mais barato em Huaraz eu comprei. Deu pra economizar uns bons 20 ou 30 soles com isso, se não mais.
Em Huaraz também comprei um par de luvas, nessa feirinha mesmo, por 5 soles. Meu gorro (estilo Chaves) já tinha comprado no centro de Trujillo por 15 soles. Comprei também um cachecol, mas esse foi na ida pro Glaciar, por 10 soles. Todas são de lã de lhama e eu amei a qualidade. E consegui comprar todos da mesma cor e parece até um conjuntinho, mas na verdade comprei tudo em lojas separadas hehehe.

Depois de perder horas nessa feira voltamos pro Hostel e depois saímos pra jantar.

Então era isso eu tinha pra falar sobre a cidade de Huaraz. Em breve vou falar sobre os passeios do Pastoruri e a Laguna 69.

Espero que tenham gostado.
Beijos

 

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