2 Passeios para ver Londres das alturas

Olá, pessoas! Tudo bem?

Vamos dar continuidade as postagens de Londres hoje, falando de dois passeios pagos que valem a pena fazer na cidade. Tenho várias outras coisas para contar para vocês, de livros e séries, mas acredito que vou deixar para depois das postagens de Londres para seguir uma “ordem”.

Os dois passeios de hoje são atrações pagas, mas que na minha opinião, foi um dinheiro bem gasto.

Por falar em “ver Londres do alto”, já da para imaginar que vamos começar falando sobre a London Eye né? É!

Cartão postal da cidade e uma das atrações mais visitadas por turistas, quem vai conhecer a terra da Rainha não pode deixar de fazer esse passeio.

Para quem não conhece, a London Eye é uma roda gigante de observação e sua inauguração ocorreu na virada de 31 de dezembro de 1999 para os anos 2000. Até 2006 era a maior do mundo, mas atualmente é a 3ª maior, com 165m. Fica na margem do rio Tâmisa, próximo aos principais pontos turísticos de Londres: o Big Ben e a Westminster Abbey.

A volta completa leva em torno de 30 minutos, e como ela está sempre em movimento, não para pras pessoas subirem e descerem, ou seja, mesmo quando a fila está relativamente grande, a espera para o passeio não é tão demorada.

As estações do Underground mais próximas são a Westminster e a Waterloo.

Quanto custou? Eu comprei um combo de 4 atrações por £59,00.

O ingresso apenas para a London Eye custa em média £23,00. Mas comprando nos sites oficiais dessas atrações, a gente encontra combos bem mais em conta. O meu eu comprei no site da Madame Tussauds, e o valor varia de acordo com as atrações que você coloca no combo.

Minha opinião sobre o passeio: vale a pena? Claro que vale! Mas confesso que esperava um pouco mais, não sei o que a mais eu esperava, mas não fiquei tããão empolgada lá dentro como imaginei que ficaria. Talvez porque o dia que fui no passeio não era o que eu tinha programado para ir. Porque descobri que na semana seguinte eles iam fechar para manutenção e permaneceriam fechados até o dia que eu ia embora, então fui meio que “em cima da hora” e na correria. Mas vale muito a pena, é bem legal sim, o ideal é ir num dia de sol, como podem perceber na foto, o dia que fui estava mais ou menos.

Passeio-london-eye-londres

Eles também fazem passeios “especiais” que obviamente custam mais caro, como passeio no dia dos namorados, no ano novo e outras opções. Para ver preços e opções podem acessar o site.

 

E o segundo passeio, não sei porque não é muito conhecido. Pelo menos eu não fazia ideia que existia, nunca vi nenhum blog falando sobre e descobri no dia que fui jantar com meus ex-chefes que atualmente moram em Londres. Eles me indicaram esse passeio, falando que é bem legal, (thanks, Marco!!!) e se chama: Emirates Air-line.

É um passeio de bondinho, tipo os que temos no Brasil (no Parque Unipraias em Balneário Camboriú e no Pão de Açúcar no Rio de Janeiro) e conseguimos ver Londres de cima também.

Esse passeio é bem mais novo do que a London Eye, e talvez por isso não é tão conhecida, com tempo aproximado de 10 minutos (só de ida) os cabos cruzam o rio Tâmisa desde a Península de Greenwich até as Docas (Royal Victoria Dock). Foi aberta um pouco antes dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012.

As estações do Underground mais próximas são: North Greenwich (pelo lado da Península) e Royal Victoria Satation (pelo lado das docas).

Quanto custou? Eu paguei £8,40, porque comprei duas passagens, uma de ida e outra de volta. Na verdade ida e volta para adulto custa £10,30 se eu não me engano, mas quem tem o Oyster Card ganha desconto.

A passagem individual eu não lembro se custa a metade do preço ou se é um pouco mais. Como a estação do Underground do outro lado já fazia parte da Zona 3, meu cartão não passava para voltar de metrô, e como estava chegando a hora do pôr-do-sol, para mim valia a pena pegar ida e volta.

Como eu estava sozinha, em um dia com baixíssimo movimento (mas acredito que não tenha muito porque não é tão conhecido), mesmo com duas pessoas atrás de mim, deixaram eu ir na cabine sozinha.

Minha opinião sobre o passeio: Vale a pena? DEMAIS! Eu adorei, gostei muito mesmo. Me indicaram não ir em um dia que tivesse muito vento porque as cabines podem balançar e dar um medinho (hahahaha). Como podem ver na foto, peguei um dia bem mais legal do que quando fui na London Eye.

Esse passeio não tem opção de venda de ingressos online, apenas no local. E para ganhar o desconto do Oyster é necessário mostrar ele na hora.

Espero que tenham gostado das dicas de hoje 🙂

Beijos
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11 Dicas para quem vai viajar para Londres

Olá, pessoas!

Como estão? Eu estou bem, ainda maravilhada com a cidade de Londres e extremamente triste por estar de volta! hahaha.  Não imaginei que fosse me apaixonar tanto assim…. mas enfim.

No post de hoje vou falar algumas dicas legais para quem pretende conhecer a Terra da Rainha. Algumas dessas coisas eu soube previamente, tanto pesquisando na internet quanto pela minha agência de intercâmbio e outras fui descobrindo durante a minha estadia por lá.

Bom, fui para Londres agora em dezembro de 2017, fiquei 40 dias por lá, um mês estudando inglês e passeando por Londres e mais duas semanas em Brighton, visitando minha prima.

1- Imigração: A imigração pode variar de pessoa pra pessoa, não adianta, às vezes eles nos enchem de perguntas e às vezes praticamente deixam passar sem olhar direito pra nossa cara. A minha imigração no aeroporto Heathrow foi muito tranquila. Confesso que estava esperando um interrogatório e por isso fui preparada (principalmente porque não falava muito bem inglês).

Levei todos os documentos que poderiam me pedir: carta da escola, carta da acomodação, carta da minha prima, passagem de ida e volta, seguro viagem. Esses são os documentos que normalmente são mais importantes, mas por via das dúvidas levei até um cronograma do que eu pretendia fazer cada dia, os locais que gostaria de visitar e esse tipo de coisa, para caso perguntassem.

No fim perguntaram apenas se eu estava viajando sozinha, falei que sim e já emendei “vou estudar inglês”, a mulher me pediu a carta da escola e carimbou meu passaporte. Mas algumas pessoas que conheci durante minha estadia tiveram um pequeno interrogatório, então é bom ir preparado e com os documentos em mãos para não correr riscos.

Fonte da imagem

2- Transporte público: compre o Oyster Card. Esse é o cartão utilizado em todos os meios de transporte de Londres, desde o Underground, e até para passear de barco.

Vi que algumas pessoas compram o cartão e pedem para entregar no Brasil para já chegar lá com ele em mãos, isso não é necessário. Você vai poder comprar o Oyster em qualquer estação do Underground e também em várias outras lojas. Eu comprei o meu lá e não me arrependi.

Na hora da compra é necessário escolher quais as zonas (do Unterground) você pretende utilizar, e ele será valido apenas nas estações que estão nessas zonas, para utilizar nas outras é necessário recarregar o valor da passagem no cartão.

Você pode comprar o Oyster ilimitado por 1 dia (all day), 1 dia off-pack (fora de horário de pico), 1 semana ou 1 mês, ou pode recarregar o valor que quiser e ir utilizando. Antes de viajar fiquei pensando se compensaria comprar o cartão ilimitado de um mês (paguei £ 131,80 – Zona 1 e 2) e valeu MUITO a pena! Andei pra cima e pra baixo no Underground e de ônibus, não tive nenhum problema e super aprovei. No final da viagem se você quiser devolver o cartão em alguma das lojas que vende, você pode e eles te devolvem £5.

E é sempre importante ressaltar: respeite a regra de “mantenha-se a direita e caminhe pela esquerda”.

Fonte da imagem

3- Local para ficar: se for ficar em hostel ou hotel, eu indico que leia bastante as avaliações desses locais nos sites como TripAdvisor e Booking. No meu primeiro dia fiquei em um hostel que escolhi pelo preço (que dúvida kkk) e também pela localização e no fim era um hostel bem ruim, com a estrutura que parecia bacana nas fotos, mas pessoalmente era 30% daquilo.

4- Local para comer: Não posso indicar muitos locais para comer, porque sim eu passei boa parte do tempo comendo Mc Donalds, principalmente pra economizar e também porque era prático e perto da escola. Mas comi em alguns restaurantes italianos maravilhosos. Você também não pode deixar de provar o Fish & Chips, tradicional da Inglaterra. Confesso que me decepcionei um pouco, mas um inglês me falou que provavelmente o local que fui não era muito bom. Acabei não tendo tempo de provar em outro local, então vai ficar para a próxima. Se tiver a opção de cozinhar ou comer na sua acomodação, os mercados são bem baratos.

5- Educação: Foi uma das primeiras coisas que notei durante a minha estadia, principalmente porque os ingleses tem a fama de não serem simpáticos e/ou querer ajudar os turistas. Discordo totalmente, não tive nenhum problema com ninguém durante meus 40 dias no país, todas as vezes que precisei de informação eles não só foram solícitos como simpáticos, alguns chegaram a parar o que estavam fazendo para me ajudar!

A maior diferença com a educação brasileira que senti foi no transporte público, pois lá todos respeitam a “ordem” de primeiro as pessoas saem e depois a gente entra, e também na hora de sair, mesmo em horários de pico com as estações e metrôs lotados, nenhuma pessoa esbarrava em mim e as vezes só por QUASE esbarrar, já pediam desculpas. Então é importante ter o mesmo respeito com eles.

Ah, e para mim que sou mulher, foi fantástico poder andar nas ruas sem receber buzinadas, cantadas e palavras idiotas de homens que não tem o que fazer. Melhor coisa do universo!

6- Segurança: Outro ponto que fez com que eu amasse ainda mais essa cidade foi a segurança. A tranquilidade de andar qualquer horário na rua, mesmo sozinha, com celular na mão e sem ter medo de ser assaltada foi uma experiência que eu não estava mais acostumada a vivenciar.

Mas vale ressaltar que não é porque é seguro que não corremos riscos,  dificilmente você será abordado para ser assaltado, mas existem furtos, então cuidado nunca é demais. É bem mais difícil de acontecer do que em algumas cidades aqui do Brasil, mas existem casos.

7- Clima: para muitos isso é um problema, para mim não foi. Eu amo inverno e frio então me agradou muito viajar para lá durante os meses de dezembro e janeiro. O clima de Londres é normalmente mais fechado, nublado, com chuvisco, não é a toa a cidade é conhecida pelo seu péssimo clima.

Mas mesmo no inverno é possível sim pegar dias lindos de céu muito azul e sol, eu tive a sorte de conseguir pegar alguns dias assim. Nas minhas semanas em Londres peguei apenas 2 dias de chuva, sendo um deles de chuva mais forte. Mas no geral peguei dias legais e mais ou menos (nublados). É importante ressaltar que no inverno anoitece as 16h e isso foi uma das poucas coisas que estranhei.

8- Água da torneira: sim em qualquer estabelecimento, se você pedir água da torneira, eles te dão um copo (ou jarra) de graça.

Eu achei o gosto da água de lá bem diferente da nossa e demorei para acostumar, mas vale a pena, principalmente se não quiser beber refrigerante, cerveja ou afins, ou mesmo economizar com a bebida.

9- Leituras: se você é do tipo de pessoa que gosta de ler jornais, principalmente no percurso do metrô, eles são gratuitos e distribuídos nas ruas. Todos os dias duas edições: de manhã e a tarde.

10- Chip de celular: dependendo de quanto tempo você vai ficar no país, compensa comprar um chip. Eu comprei o meu (gratuito porque coloquei crédito) da operadora 3.

Como eu sou muito perdida e sabia que teria que usar bastante o Google Maps, comprei o pacote de 1 mês de internet ilimitada, paguei £35. Além da internet ilimitada ganhei também chamadas e sms ilimitado. Mas eles também vendem planos mais baratos, com plano de internet limitado. E também vendem por períodos menores, como semanais.

11- Peça ajuda: Londres é uma cidade enorme e a gente consegue se perder muito facilmente (eu perdi as contas). Por isso o Google Maps vai ser seu melhor amigo.

Mas não tenha medo de falar com os nativos para pedir ajuda, como falei anteriormente, esse papo de que os londrinos são mau educados é pura balela! Inclusive outras pessoas que conheci lá comentaram que se espantaram por eles não serem mau educados. Se a pessoa souber te ajudar, ela vai te ajudar.

Eu perdi as contas de quantas vezes pedi informação, e a única vez que uma pessoa não me ajudou foi porque o cara falou que também estava perdido hahaha.

 

Essas são as minhas dicas iniciais para quem está pensando em viajar para Londres. Em breve farei mais postagens com os locais que conheci por lá. No mais, desejo a vocês uma ótima viagem pois Londres é apaixonante.

Beijos.

 

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Passando o Natal e o Ano novo em outro país: Inglaterra

Olá!, pessoas! Como estão?
Feliz em escrever de novo por aqui, já faz um tempinho, desculpem. Mas expliquei os motivos nesse post aqui.

Ano passado passei a virada do ano no Peru (leia sobre clicando aqui), e esse 2017 além do ano novo, também passei o Natal em outro país, dessa vez na Inglaterra e vim compartilhar com vocês um pouco de como foi essa experiência.

Cheguei em Londres no dia 17 de dezembro, vim fazer um intercâmbio de 1 mês, estudando inglês e como minha prima mora em Brighton (cidade litorania a 1 hora de Londres) combinei de passar os feriados com ela e sua família. Como a família dela (mãe e irmãos) não moram na Inglaterra, fomos para Kent passar o natal com a família do Ben.
Para mim foi um dia muito divertido, principalmente porque a comemoração do Natal foi bem diferente de como minha família faz.
Tivemos o típico almoço inglês de Natal com peru e couve de bruxelas e o famoso pudim de natal. Tudo muito gostoso. Com direito ao tradicional Cracker, uma brincadeira que fazem antes do almoço, dentro vem um papelzinho com uma piada, um mini brinqueido/lembrança e a “coroa” que deve ser usado durante o almoço. Achei demais!
Durante o almoço rolou brincadeiras com as piadas do cracker e também com um “jogo” com peças engraças para colocarmos no rosto e fazer os outros rirem.

 


Mais tarde teve brincadeira do Speak Out, que colocamos um negócio na boca e temos que ler a frase do cartão enquanto os outros tentam adivinhar o que estamos falando. Ri muito e participei pouco, já que estava com bastante dificuldade de acompanhar as conversas rápidas e com sotaque puxado hahahahha.
Depois rolou jogo de mimica, que consegui particiar um pouco mais.
Foi um dia muito divertido, com muitas risadas, aprendizado (em relação ao inglês) e bastante comilança hahaha.

No dia 26 tivemos quase um segundo round do Natal, pois aqui na Inglaterra dia 26 também é feriado, é chamado de Boxing Day, e é o dia oficial que começam as promoções de inverno. Algumas famílias aproveitam o dia para se reunir com os amigos e celebrar, e foi o que fizemos em Brighton. Minha prima e o Ben receberam alguns casais de amigos e seus filhos para um almoço/lanche da tarde. Outro dia muito divertido e com mais aprendizado. Confesso que demorei para entender qual o sentido do Boxing Day, mas acho que agora posso considerar que entendi o espírito da coisa.


As promoções que iniciam nesse dia em todos os tipos de lojas dura até o final de janeiro ou enquanto durarem os estoques.

No ano novo também vim para Brighton passar com minha prima. A tarde saimos para comer em um pub na praia Easbourne, que fica próxima daqui. O entardecer estava lindo, com direito a arco íris.

A virada passamos em casa porque aqui não tem a tradição dos fogos de artifício, assistimos a queima de Londres pela televisão.

Dessa vez eu não trouxe meu computador comigo, então as postagens que eu conseguir fazer daqui não serão muito ilustradas com fotos hehehe.

Desejo a todos um feliz ano novo, que 2018 seja fantástico e que todos consigam alcansar os objetivos traçados.

Beijos.

Dando um tempo

Olá, pessoas! Como estão?

Por aqui tudo bem, na correria pré-qualificação da minha dissertação.

Pois é, já não é de hoje que estou sumida do blog por estar com muita coisa acumulada no Mestrado, e é por isso que resolvi fazer essa postagem. Decidi que não vou postar mais até eu finalizar os artigos que tenho pendente e qualificar a dissertação. Ou seja, não terá postagem até o ano que vem, provavelmente.

 

Como falei anteriormente, em dezembro estou indo para Londres estudar inglês, então provavelmente eu ative o blog de novo só depois que voltar, porque não vou levar meu notebook para lá e não sei se vou conseguir postar pelo tablet. Se rolar, rolou, senão só em fevereiro mesmo.

Mas a noticia boa é que na volta terei muitas postagens legais!

Vou fazer as postagens que ficaram pendentes de Foz do Iguaçu e várias sobre Londres! Espero que valha a pena a espera de vocês hehehe.

Vez ou outra tenho conseguido postar no instagram do blog, e durante a viagem as chances de rolarem fotinhos será grande, então segue lá: @blogapenasimagine.

Então é isso gente, volto a ativa em fevereiro do ano que vem depois que passar toda essa loucura acadêmica. Ainda estarei com a fase final da Dissertação (pesquisa e análise de dados) mas estarei mais tranquila do que agora.

Espero que entendam e não me abandonem hehehe.

Beijos

 

Fonte da imagem

Diário de Bordo: Cataratas do Iguaçu – Foz do Iguaçu

Olá, pessoas! Como estão?

Eu estou cansada, mas bem feliz com tudo que tem acontecido nas últimas semanas. Enfim, no final de junho, início de julho fui para Foz do Iguaçu (Paraná) em um congresso de turismo e vou começar a postar sobre os locais que consegui visitar por lá.

Hoje vamos falar de uma das sete maravilhas do mundo: As Cataratas do Iguaçu.

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As Cataratas do Iguaçu são um conjunto de cerca de 275 quedas de água no rio Iguaçu (Paraná), localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, que fica na parte do Brasil, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina, na fronteira entre os dois países. A área total de ambos os parques nacionais corresponde a 250 mil hectares de floresta subtropical e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade.

O parque nacional argentino foi criado em 1934, enquanto o parque brasileiro foi inaugurado em 1939. Ambas as áreas de proteção com o propósito de administrar e preservar o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidadeem 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002, o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1541. Atualmente, é o segundo local mais visitado por estrangeiros no Brasil.*

A primeira vez que fui para as Cataratas tinha entre 9 e 10 anos, foi uma época de seca e elas estavam bem vazias. Mesmo assim já achei tudo maravilhoso. Me recordo de pouca coisa daquela viagem, mas lembro de ter achado elas lindas e que foi tudo muito divertido. Uns 5 anos depois fui para Foz do Iguaçu novamente porém acabei não visitando as Cataratas.

E agora, quase 10 anos depois, fui novamente (em junho). Fui à Foz para o Forúm Internacional de Turismo do Iguassu, (porque estou fazendo Mestrado nessa área), então fechamos uma caravana e fomos para o evento. Como não poderia faltar, no tempo livre passeamos pela cidade e no último dia antes de voltar para Balneário fizemos os passeios das Cataratas e Parque das Aves (terá postagem em breve).

Dessa vez o cenário foi totalmente diferente de 15 anos atrás, as Cataratas estavam cheias e lindas! Além de que agora o Parque tem uma estrutura muito melhor do que naquela época. Tudo mais organizado e uma infraestrutura ótima.

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Como estávamos no evento, ganhamos os ingressos para todas as atrações da cidade, mas o Passeio para as Cataratas atualmente está R$ 37,00 para adultos, crianças têm desconto. Nesse ingresso já está incluso o valor do ônibus que usamos lá dentro para chegar de uma “estação” a outra.

Durante o percurso de ônibus passamos por três estações, a primeira é da Trilha do Poço Preto, onde os visitantes tem a opção de fazer uma trilha dentro do parque (de 9km) tanto a pé, quanto de bike ou de carretinha. Esse passeio tem um valor a mais, encontrei na internet por R$ 277 reais.

A segunda parada é a do Macuco Safari, onde os visitantes tem a opção de fazer o passeio de barco dentro das Cataratas (encontrei na internet por R$ 213 reais) e a Trilha das Bananeiras (encontrei na internet por R$ 230 reais).

No ônibus indo para as Cataratas

E a terceira parada é onde começamos uma pequena trilhazinha para chegar até as Cataratas. No início é possível ver as quedas do lado Argentino e conforme vamos andando elas ficam ainda mais bonitas. No final da “trilha” conseguimos chegar bem perto de uma das quedas. Também tem uma passarela onde é possível “entrar” e chegar mais próximo da Garganta do Diabo. Por causa dessa proximidade com as quedas d’água, muitas pessoas acabam utilizando capas de chuva para não se molharem, porque dependendo do fluxo de água, a gente se molha MUITO. Mas fica a dica, compre as capas de chuva FORA do parque, lá dentro são o dobro ou o triplo do valor.

Também é possível fazer um passeio aéreo no Parque, feito de Helicóptero. O passeio tem em torno de 10 minutos e custa aproximadamente R$ 450 reais.

Tirando o valor da entrada, todos os outros valores dos passeios dentro do parque não são os valores oficiais do Parque porque não encontrei no site deles, esses são de uma agência de turismo que encontrei na internet enquanto pesquisava informações para complementar essa postagem.

Durante todo o passeio podemos ver várias placas dizendo “cuidado com os Quatis” e sim gente, tem que tomar cuidado mesmo. Eles são fofinhos mas muito traiçoeiros! Se você tiver comida na bolsa precisa de atenção redobrada com eles por perto, porque qualquer distração eles sobem na mochila e atacam com tudo! E assim que um consegue, surge um monte do além, vem Quati de lugar que a gente nem sabia que tinha. Sério, uma das meninas do meu grupo foi “atacada” por um deles e ficou meio traumatizada. Ela não se machucou e nem nada do tipo, um quati apenas entrou na bolsa dela e pegou um bis, mas o susto foi grande porque vários outros tentaram atacar a bolsa dela também e foi difícil tirar o que “entrou” dali. Eu me abaixei para tirar foto de dois que estavam próximo e senti umas “mãozinhas” geladinhas na minhas costas, era um que já tava tentando subir em mim, isso que eu nem tinha comida na bolsa!! Então é bom cuidar e principalmente não dar comida para eles.

O passeio vale muito a pena, principalmente em dias abertos e ensolarados, pois formam lindos arco-íris. No ano que vem quero tentar conhecer o lado Argentinho, porque ainda não conheço e alguns amigos dizem que é ainda mais bonito do que o “nosso lado”.

Recomendo muito o passeio e se tiverem alguma dúvida, é só deixar um comentário que se eu puder ajudar, responderei com o maior prazer! 🙂

A entrada para o Parque pode ser comprada nesse link oficial.

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*Fonte

Em breve também falarei um pouco dos outros passeios que fiz: Parque das Aves e Mesquita Muçulmana, além de locais para comer e se hospedar. Conforme for sobrando um tempinho para escrever, posto para vocês. Espero que gostem 😀

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