Olá, pessoal, tudo bem?

Hoje quero compartilhar com vocês um pouco sobre meus dois gatinhos. Em novembro do ano passado decidi que adotaria um gato, pois moro sozinha, longe da minha família e da maioria dos meus amigos, como sentia falta da Fulaica e do Panqueca, gatos da minha irmã, resolvi que estava na hora de adotar um companheiro.

Em dezembro conheci o site Bicho de Rua, através de uma amiga do trabalho e logo comecei a olhar os gatinhos que estavam a procura de um lar. Minha ideia era adotar um gato macho e preto. Fiquei dias procurando, cheguei a entrar em contato com umas duas ou três protetoras (que acabaram nem me retornando) até que encontrei meu Almofadinhas.

Na época em que ele havia sido resgatado (outubro de 2014) tinha em torno de 6 meses e já havia sofrido na vida, porque ele já não tinha um dos olhinhos. Lendo a descrição sobre ele, descobri que além disso ele era portador da doença FELV (leucemia felina). Que até então eu nunca tinha ouvido falar. Entrei em contato com a Heloisa (protetora que resgatou eles e hoje é madrinha dos meus bebês) e fiz algumas perguntas referentes a doença, e também comecei a pesquisar.

Descobri que é uma doença muito recente, descoberta nos EUA nos anos 1960 – se não me engano, não encontrei novamente o site que li isso na época para poder colocar a fonte aqui.  E a FELV  nada mais é do que: “A leucemia felina e a imunodeficiência felina (FIV) são duas doenças dos gatos domésticos provocadas por retrovírus – uma família de vírus especial (na qual se inclui o HIV, causador na SIDA nos seres humanos), que tem a capacidade de introduzir o seu material genético no das células do indivíduo infectado. Ambas as doenças têm uma distribuição universal, podendo ser encontrados animais positivos em cerca de 1 a 3% da população de gatos aparentemente saudáveis. Embora as duas doenças possam parecer semelhantes sob o ponto de vista clínico, os vírus e a forma como causam doença são distintos: – o vírus da leucemia felina (conhecido pela sigla FeLV) pertence ao subtipo oncornaviridae, assim chamado por a infecção favorecer o desenvolvimento de tumores. – o vírus da imunodeficiência felina (designado FIV) classifica-se no subtipo lentiviridae, porque a doença que provoca evolui de forma lenta.”*

Até então eu não fazia ideia que gatos podiam ter leucemia e muito menos AIDS. Enfim, fiquei dias pesquisando sobre a doença e descobri que além de ser uma doença bem difícil, pelo menos na maioria das vezes, existe muito pouco estudo sobre ela. Com isso, os tratamentos sugeridos por veterinários são meio nebulosos, é aquilo: funciona ou não funciona. É muito difícil dizer. Acredito que isso piore mais as coisas. Mas cada gato reage de uma maneira, e alguns podem ser portadores da doença muitos anos sem desenvolver nenhum sintoma.

Mais ou menos no dia 18 de dezembro fui até o gatil (em Porto Alegre) para conhecer o meu futuro Almofadinhas (sim ele já tinha o nome antes mesmo de eu escolher o gato hehehe). Fui com o intuito de visitá-lo mesmo, pois já estava apaixonada por ele desde quando vi ele no site.

Esse era ele quando resgatado (foto do site)
Esse era ele quando resgatado (foto do site)

Quando fui conhecer ele, a Heloisa me pediu para ficar com a mãezinha dele também, na verdade não sabemos bem ao certo se ela é mãe dele ou não, mas tudo indica que sim. Como eles estavam no mesmo gatil acabei conhecendo ela no mesmo dia. A minha ideia era ficar apenas com ele, pois como os dois são FELV+ provavelmente os gastos veterinários seriam altos e eu não teria como arcar com as possíveis despesas.

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Foto da Minerva no site

No fim ele nem me deu bola, no canto isolado que estava permaneceu, eu tentava me aproximar para fazer carinho ele não demonstrava nem um pouco de prazer hahaha. Enquanto ela, veio toda carinhosa, pedindo carinho, se esfregando e virando a barriga pra cima! Me ganhou na hora.

Como ela era toda lindinha, pequeninha e fofinha não tinha como pegar ele e deixar ela lá, conquistou meu coração e eu não ia ter coragem de fazer isso. Hoje sei que fiz a escolha certa. Como eu ia viajar nas festas de final de ano, adotei eles de fato no dia 2 de janeiro de 2015.

Tadinhos, os dois já vieram “bichadinhos” para casa, ela com aftas e caspa e ele com estomatite. O tempo foi passando e eles foram melhorando, quase todos os meses eles tinham alguma recaída, voltavam pro veterinário, mas iam tomando as medicações e melhorando.

Agora esse mês e mês passado passei por um perrengue com o Almofadinhas. Ele teve estomatite novamente, porém muito mais grave, ficou com a boca totalmente infeccionada, foi três vezes em menos de 1 semana no veterinário, não reagia as medicações, praticamente não comia, ficou quase 48h sem comer e eu entrei em pânico.

No feriado (de Corpus Christi) voltamos ao veterinário e ela me deu a pior notícia que uma mãe de animal pode receber: “infelizmente, Camila, eu tenho que ser sincera contigo, ele não está reagindo a medicação, eu vou tentar dar o corticóide mais uma vez para ele agora e se ele não reagir eu não tenho mais o que fazer com ele, e eu te recomendo a eutanásia“. Meu chão caiu e eu não acreditei, como assim meu xodózinho já “precisa” partir dessa pra melhor? Estamos apenas 5 meses juntos, não fiz ele feliz pelo tempo que ele merece ainda.

Passei o final de semana do feriado chorando e agarrada nele, ainda não acreditando que isso estava acontecendo tão cedo. Eu sempre soube que a possibilidade de eles viverem menos do que os gatos saudáveis é quase de 100%, mas 5 meses comigo? 1 ano e meio de vida? É muita injustiça, eu não estava preparada.

Almofadinhas amuado e fraquinho por falta de comida
Almofadinhas amuado e fraquinho por falta de comida

Domingo a noite decidi que iria fazer a eutanásia porque era visível que ele estava com dor e sofrendo, porém eu estava com muito medo porque eu realmente achava que era cedo demais e que ele não queria que eu fizesse isso. O olhar dele me pedia ajuda, porém me dizia que ele ainda tinha forças para continuar e que ele queria continuar vivo. Rezei como todas as noites e pedi para que Deus me enviasse um sinal para eu saber se estava ou não tomando a decisão certa.

O sinal veio logo na segunda-feira de manhã quando tentei dar sachê (batido no liquidificador com água) para ele… e? Ele comeu o pote todo! Saí feliz de casa pra o trabalho, liguei para a vet, falei que achava que levaria ele no dia seguinte, mas como ele havia comido, talvez não e que ligaria na terça para avisar. Retornei a noite e ele comeu outro pote todo! Em seguida comeu ração seca. Eu não podia estar mais feliz.

Conversei com a Heloisa, pedi para ela me levar com ele à um especialista em felinos em Poa no final de semana se eu conseguisse “segurar” ele até sábado. Ela topou e fomos com ele no sábado a tarde na Clínica Chatterie. Depois de ser consultado pela Rochana e pelo Tobias, estava feito a avaliação: internação e extração dos dentes.

Eu havia lido na internet que em casos mais graves de estomatite o problema era resolvido com a extração dos dentes inflamados, então o diagnóstico não me assustou. O que me assustou foi que eu já tive que deixar meu bebê internado naquele mesmo dia. Ele fez a extração de 10 dentes e ficou internado por 4 dias e meio.

internado
Era muito triste ir visitá-lo e ter que deixá-lo na clínica

Depois de receber alta começou um pós operatório difícil, mas ele foi melhorando aos poucos. Uma semana depois ele voltou para clínica para extrair mais 3 dentes que haviam faltado, porém dessa vez a internação foi bem menor, apenas um dia. Depois da segunda cirurgia o pós operatório foi um pouco mais tranquilo, mas só um pouco mesmo hahaha.

Ele se recuperou bem, logo voltou a comer ração seca, beber água e fazer as necessidades normalmente. Duas semanas depois tirou os pontos que cicatrizaram muito bem.

Infelizmente nos últimos três dias ele teve uma recaída novamente e está se alimentando muito pouco, domingo e ontem fez xixi onde não deveria. Hoje ele voltou para a clínica e acredito que fique internado de novo. Como ele está muito magrinho pelo menos soro ele vai ter que tomar. Estou triste, porém não vou desistir do meu anjinho.

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Enquanto isso, minha Minerva está firme e forte e já está a quase 3 meses sem precisar ir ao veterinário. Mês que vem vou levar apenas para dar uma olhada e ter certeza que está tudo ok. Desde quando ele começou a ter problemas com a estomatite, não reagir a medicação e tudo mais comprei o Interferon, medicação que muitos dizem fazer milagre na imunidade de gatos FELV. Também não é algo realmente comprovado que funcione, mas pelo menos para a Minerva tem resolvido, desde quando começou a tomar ela não teve mais crise de aftas e ficou muito mais ativa (ela tem em torno de 5 anos então deveria ser mais tranquila), mas agora parece um filhote que não para quieto!

Resolvi escrever esse post, que ficou até muito maior do que eu imaginava, porque é realmente difícil encontrar informações sobre a doença, a maioria dos sites diz sempre a mesma coisa, outros “tocam o terror” dizendo que eles morrem com menos de ano de vida, que a maioria não passa dos 3 anos (lembrando, a Minerva tem em torno de 4-5 anos), tudo meio na suposição mesmo. Então com o meu relato eu quero que as pessoas vejam que a doença é difícil sim, mas que ela pode não ser também, como já falei antes, tudo depende de como o gato vai reagir à ela. Tenho amigas que tem gatos portadores da doença e que nunca se manifestaram. Os meus infelizmente têm manifestado bastante, mas sei que logo podem melhorar e parar de manifestar.

Se você tiver a oportunidade de adotar um gatinho FELV+ adote! Eles são tão carinhosos quanto os saudáveis. Talvez até mais porque eles sabem reconhecer que você salvou a vida deles. O Almofadinhas é o gato mais carinhoso que já conheci, faz questão de demonstrar o amor que sente por mim e a gratidão por eu estar sempre ao lado dele lutando junto com ele.

Almofadinhas demonstrando gratidão após a primeira cirurgia, todo carinhoso
Almofadinhas demonstrando gratidão após a primeira cirurgia, todo carinhoso

E se você tem um gatinho e descobriu que ele é positivo, não abandone! Cuide dele, porque ele vai saber recompensar você com todo amor e carinho. Se você nunca testou seu gato, teste, é sempre bom saber se eles são saudáveis ou não. Por que podem ser portadores da doença sem se manifestar.

Se você leu até aqui, agradeço a atenção e até a próxima.

Quando eu tiver mais novidade sobre a saúde do Almofadinhas volto a escrever.

*Fonte: Vetsete

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Meus Gatos e a FELV
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33 ideias sobre “Meus Gatos e a FELV

  • 21 de julho de 2015 em 17:04
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    Linda homenagem para seus amadinhos. Eu tenho uma felvinha também e vivo numa montanha russa de emoções. Estamos sempre na luta e meu amor por ela só aumenta.

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  • Pingback: In memorian | Apenas Imagine

  • 28 de julho de 2015 em 11:57
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    Olá!Fazem duas semanas que perdi minha gatinha Belle,ela também tinha felv e com apenas 10meses,morreu em 1 semana! Foi horrível pois n sabíamos que ela tinha a doença.Fizemos tudo que estava ao nosso alcance,até iniciou quimio,mas infelizmente a doença já estava avançada,tinha 3 tumores! Ainda é muito difícil viver sem meu bebê,mas tenho outra linda e acabo de adotar mais uma! Realmente é uma doença muito difícil,de tratamento caro e sem expectativas muito positivas! Boa sorte!!!

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    • 23 de outubro de 2017 em 00:14
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      Tenho uma gata ” Felv ” de nome Iris. Acho que ela nasceu ” Felv” , porque sua mãe era de rua e tinha esta doença. Ela me foi dada com 2 semanas de nascida. Foi criada dentro de uma bolsinha de tecido presa na minha barriga ( para ter o calor. ) Dormia comigo. Tenho certeza que ela me considera sua mãe . Aos 6 meses fiquei sabendo que ele tinha esta doença . Ela começou a tomar o Interferon , e toma até hoje . E também 1 comp todos os dias de complexo B Sundown , porque esta doença da muita anemia. Ela está com 12 anos. Tem alguns pequenos tumores na orelha e perto do olho.Tamanho de um carrapato. Perdeu um dente canino por abcesso, fez cirurgia e está ótima. É o meu amor. Ela morre por mim. Nós nos amamos. Vale a pena. E está muito bem, vai viver muitos anos ainda.

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      • 29 de outubro de 2017 em 13:48
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        Que lindo, Sylvia!
        Tomara que ela viva muitos anos mais 🙂

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      • 10 de dezembro de 2017 em 22:38
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        Olá Sylvia Menezes,

        Sua história com a Iris me motivou muito. Eu tenho um gatinho e descobri ontem que ele tem FELV, eu estou arrasada. Ele está internado e precisará de transfusão, pois está anemico. Onde eu compro esse suplemento? E como é o dia a dia dela, é normal/tranquilo? Muito obrigada por me dar uma esperança.

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      • 31 de Janeiro de 2018 em 20:36
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        Oi Sylvia !
        Como você chegou à dosagem do complexo b Sundow para a sua gata ?
        Tenho 3 felv em casa.
        Aguardo .
        Obrigado
        Beatriz

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  • 28 de julho de 2015 em 15:22
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    Sorte do gatinho que tem tratamento veterinário referente FELV/FIV , aqui no meu condomínio tem uma gatinha com esse problema e eu não tenho condições de levar no veterinário , muito menos comprar medicamentos caros , sei que ela precisa extrair os dentes , o maninho dela extraiu e fez tratamento e ficou bem melhor , só que a tutora deles faleceu e não deu tempo de levar a gatinha para fazer o tratamento .

    Resposta
    • 28 de julho de 2015 em 16:41
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      Que triste Sinara, mas realmente esse cirurgia de extração de dentes é cara mesmo. No caso do Almofadinhas tivemos sorte porque a Vet acabou dando alguns descontos, mas mesmo assim ela ainda saiu cara.
      Referente a medicação, todo mundo sempre me falou que o Interferon era uma medicação super cara, sinceramente eu não achei. Encontrei aqui em Porto Alegre por R$30, um frasco que vai durar bastante tempo. Ouvi dizer que tem uma clínica em Canoas que vende por R$20…
      Os remédios de pós operatório foram um pouco carinhos também, mas pra ele acabei comprando outro que era pra Otite junto e tudo mais…
      Que triste, boa sorte com os gatinhos 🙁

      Resposta
  • 28 de julho de 2015 em 19:58
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    Eu tenho uma Gata e 3 filhotes, que irão fazer niver dia 1 de outubro. Infelizmente o machinho começou a se prostrar e de maio até semana passada, constatamos a Felv e ele partiu, sem nem bem começar o tratamento..choro desde então..a dor de perder o bicho que amamos é muito duro…

    Resposta
  • 28 de julho de 2015 em 23:42
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    Olá, eu não te conheço, mas já te admiro, por que eu tenho um gatinho soro positivo tb e estou com ele a uns seis anos e faz dois anos e meios que ele vem apresentando os sintomas, com recaídas mensais ultimamente, mas gostaria de deixar aqui uma dica, que foi reveladora para nós, quando o nosso gatinho não mais comia, definhava com febre, dor e gengivite sem poder comer, eu e meu marido tivemos a ideia de cozinhar figado de frango, deixando pouco cosido, bem macio, esmagamos com um garfo e demos a ele com a mão na boquinha dele, gente foi maravilhoso, recuperamos o nosso gatinho. falamos com o veterinário que cuida dele e ele disse que a ideia foi ótima.E os saches sempre são mais fáceis para eles comerem quando estão com doentes tb. O veterinário havia nos avisado de que ele viveria no máximo dois anos. Mas ele, já superou esta previsão e apesar de eventualmente ter recaídas, ele mesmo assim pesa oito quilos. O amor e dedicação sempre faz muita diferença. Fica a dica, pra quem estiver passando o mesmo com seu bichinho.

    Resposta
  • 29 de julho de 2015 em 12:06
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    Chorei..parabens,tenho um abrigo em SCarlos/Sp com 48 gatos portadores de FeLV,Fiv e Pif..tds renegados pela sociedade,alguns fui buscar em outras cidades pq seriam eutanasiados por serem positivos,so pelo fato de o exame dar positivo e não por estarem em fase terminal da doença..Tenho Alice FeLV+ 5 anos,ja teve 3 meses emntre a vida e a morte e ha um ano e meio esbanja saude…Lindos seus anjos de 4 patas!!!!!

    Resposta
    • 29 de julho de 2015 em 13:36
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      Nossa, Gabriela, que coisa triste! Cada vez mais eu tenho raiva de alguns seres humanos. Muito triste quererem eutanasiar apenas por isso! Ainda mais que nem sempre eles desenvolvem a doença.
      Vou lhe enviar um email.
      abraço e ótima atitude a sua!

      Resposta
    • 22 de Março de 2017 em 09:03
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      Oi…..Eu resgatei uma gatinha há três dias,felv positiva. Ela não anda, e está bem debilitada internada na clínica. A Vet quer eutanásia…Eu não quero. Gostaria de acreditar que a gatinha quer viver!!! Tenho mais 5 em casa, todos negativos, mas nenhum vacinado. Não sei o que fazer… Alguém pode me dar uma luz?

      Resposta
      • 22 de Março de 2017 em 11:30
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        O ideal seria que você vacinasse os outros, ou se tiver espaço na casa, deixá-los separados. Quando eu ia visitar minha irmã e minha gata ia junto nós fazíamos isso no apartamento, mantínhamos a minha em um local separado dos gatos dela (que eram negativos e não tinham tomado a vacina).
        Em relação a eutanásia, somente você pode tomar essa decisão, eu te entendo totalmente, com os meus dois eu passei por isso e morri de medo de tomar a decisão. Eu recomendo apenas se você ver que não tem mais jeito e ela estiver sofrendo, se ainda tiver algo para fazer e perceber que ela consegue aguentar mais tempo (sem sofrer) não acho certo, mas infelizmente é uma decisão difícil que você deve tomar sozinha.

        Resposta
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  • 14 de outubro de 2015 em 22:37
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    Olá,

    Sou professora em uma escola pública na região metropolitana de Bh MG, fez um ano que resgatei uma gatinha que estava sofrendo maus tratos lá. Eu ja tinha nessa época 3 gatos, porém eu tive que trazer a gatinha para a minha casa. Porém, a surpresa a barriga dela estava crescendo muito, daí que vi a mocinha estava prenhe. Então, pensei tudo bem, eu deixo os filhotes nascerem e doo depois. Porém, qdo os filhotes estavam com 1 mês, a gatinha parou de amamentar.. E fiquei louca, eram 6. Corri com ela ao veterinário, ela estava com infecção nas mamas e a vet fez o teste de fiv felv, deu positivo para felv, então a vet pediu para eu separar os filhotes da mãe e dar mamadeira para os 6, achei que conseguiria, e pediu para eu doar a mãe. Mas, não consegui ninguém é a gata queria os filhotes dela.. Mto difícil , ela ficava louca com os miados dos bbs, eu dava mamadeira, mas a mãe queria de toda maneira os filhotes. Não quis fazer os testes nos filhotes, pois eu já estava sofrendo com a mãe que imaginava que iria morrer rápido.. Então fiquei com todos, mesmo pq eles são mto vira latinhas.. Fiz propaganda e consegui doar somente 2. Ela teve somente resfriados e cuidei em casa mesmo… Hj os bbs estão com 10 meses.. Estão lindos e felizes.. Mas, não tenho coragem de fazer o teste.. Cuido mto bem deles.. Já estão castrados vacinados e se estiverem com essa doença algum sinal vai dar.. Peço mto a Deus que eles não estejam contaminados, a mãe até agora nao adoeceu.. E espero que continue assim, não me imagino perdendo nenhum deles..

    Resposta
    • 15 de outubro de 2015 em 22:33
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      Que bonita atitude a sua, Marilene!
      Mas porque tem medo de testar os pequenos? Não sei, acho que eu iria preferir saber se eles têm ou não a doença. Eles podem ter a doença e ela nunca se manifestar, ou pode levar anos até aparecer algum sintoma, não se preocupe tanto agora enquanto eles estão bem.
      Mas com certeza eles foram abençoados quando resolvesse ficar com a mãezinha deles, e com isso todos agora tem um lar <3
      Espero que eles vivam por bastante tempo e bem com você 🙂

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  • 25 de Março de 2016 em 22:46
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    Ola! Boa noite! Te uns 20 dias que meu gatinho ficou muito doente e prostrado entao levei no vet e descobrir Infeslimente que o tom tem a felv, estamos fazendo tratamento, as vezes ele reage e as vezes nao, nesses últimos dias ele nao come nd, nem os alimentos batidos, estou dando soro caseiro e levando para tomar soro na clínica ele perdeu muito peso, ta que e so osso e nao sei mais oq fazer aqui em minas gerais em lugar nenhum encontro o interferon.. Estou desesperada sera que consigo encomedar esse remedio para entregarem em minas? Vc tem telefone?Me ajuda pelo amor de Deus estou tão desesperada, nao quero perder meu filho.. Zap 3199834986
    Email andreza.psiqueira@hotmail.com

    Resposta
    • 27 de Março de 2016 em 16:41
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      Que pena, Andreza.
      Não sei se tem como encomendar o remédio. Mas enviei um email para você com alguns links que podem te ajudar.

      Resposta
  • 31 de Março de 2017 em 14:49
    Permalink

    Boa tarde! Resgatamos uma gatinha linda, pequena, dócil, brincalhona, castrada, quase 1 ano com a saúde ótima, positivo para felv na Granja Julieta em São Paulo, mas como já temos outra com mais de 7 anos não podemos coloca-las em contato. Estamos muito tristes em não poder ficar com ela. Procuramos alguém para adota-la. Email: karime_mesquita@hotmail.com

    Resposta
    • 3 de Abril de 2017 em 15:51
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      Oi, Karime,
      você já tentou entrar em contato com ONGs e Associações da sua cidade? Ou anunciar em grupos do facebook?
      Acho que seria mais fácil doá-la assim.
      Espero que encontre uma casa para ela <3

      Resposta
  • 15 de novembro de 2017 em 23:35
    Permalink

    Oi Camila, tambem tenho um gatinho positivo para felv. Sempre ouvi falar que o vírus felv é um vírus espécie-específico. Mas essa semana li um artigo acadêmico que diz que o vírus felv pode se replicar em células humanas. Será mesmo que existe algum risco?? Fiquei preocupada pois meu gatinho tem a secreção ocular que é uma das formas de transmissão. E vivo em contato.

    Resposta
    • 17 de novembro de 2017 em 00:29
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      Oi, Thiara.
      Olha, até onde eu sei, isso não acontece não, de passar para humanos. Infelizmente meus gatinhos se foram, e convivi com eles apenas 1 ano e meio, mas nunca tive problema algum. A Minerva também soltava secreção pelos olhos, e babava (muito). Conheço pessoas que tem gatos com felv a muito tempo, outras que tiveram vários e nunca tiveram problema algum.
      Quem cuidava dos meus gatos era uma veterinária especialista em felinos, que também possuia um felv+ e ela sempre falou que não havia qualquer risco de transmissão para humanos, apenas entre gatos. Até porque se for analisar, nossa leucemia é câncer e o deles é um vírus…. não entendo muito do assunto, porém as “contaminações” são diferentes… No meu ponto de vista, você não precisa se preocupar.

      Resposta
      • 22 de novembro de 2017 em 19:25
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        Vc fez algum tratamento para a secreção dos olhos?? Faz dois anos que o meu tem é nao acho tratamento que resolva.

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        • 23 de novembro de 2017 em 09:38
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          Nenhum veterinário que levei ela falou alguma coisa. E foram vários.
          Eu costumava limpar ou com água ou soro, mas passar alguma coisa eu nunca passei (tipo colírio ou algo assim).
          Porque me falaram que era da Felv que não tinha o que fazer com a secreção.

          Resposta
  • 25 de Janeiro de 2018 em 10:37
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    Oi Camila, gostaria de adquirir o interferon para dar para minha MIA que é felvinha e está sempre doente. Onde consigo em Porto Alegre? Estou a procura e não consigo encontrar. Desde já agradeço.

    Resposta
    • 25 de Janeiro de 2018 em 12:25
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      Oi, Viviane, tudo bem?
      Eu não me lembro direito o nome da clínica que eu comprei, se eu não me engano tem Gato no nome. É um clínica especializada só em gatos e fica na região da Av Ipiranga. Antes de ir lá eu liguei para perguntar se ainda tinha, na época paguei (se não me falha a memória) 30 reais no frasco que durou uns 2 meses (pra dois gatos).
      Fica numa rua que tem uma lomba no início.
      Espero ter ajudado de alguma forma hehehe

      Resposta
  • 8 de Fevereiro de 2018 em 05:13
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    Boa noite.
    Temos uma gata chamada Lua, que está conosco desde os três meses e agora está com 1 ano e um mês. Descobrimos ontem que ela tem felv. Vivemos em apartamento com telas na janela e ela nunca foi a rua. Deve ter felv desde que a resgatamos da rua. Fizemos o teste por conta de uma infeção no olho. Achei estranho o veterinário nunca ter pedido o teste antes.

    Ocorre que há uma semana e meia adotamos outro gato, que esteve isolado em outro quarto desde que chegou. Fizemos isso por conta de medo dele estar trazendo outros doenças e por conta que nossa Lua não ter gostado nem do cheiro dele quando entrou em casa. Logo na consulta inicial ao Vet, ele recomendou que fizemos o teste de felv, por conta de alteração no hemograma. Deu negativo!

    Minha dúvida é se é possível vivermos com dois gatos no apto, um positivo e outro negativo. Eles tem tudo separado: comida, água, caixa de areia e brinquedos. O novo fica trancado num quarto. Sempre lavamos a mão antes e depois de entrar no quarto. Pensamos em doar o novo gato pro nosso irmão, mas ele não quis, então estamos vendo se seria possível ficarmos com ele. Pensamos em vacinar, mesmo com a vacina não sendo 100% e continuar com os dois separados, para aumentar a chance dele não se infectar.

    Resposta
    • 8 de Fevereiro de 2018 em 08:33
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      Olá, Gilberto.
      Bom, eu não sou veterinária para poder falar qualquer coisa para você com absoluta certeza, o ideal seria conversar com um veterinário e de preferencia especializado em gatos, pois eles tem um conhecimento bem maior do que os Veterinários “normais”.
      Mas todas as pessoas que conheço que possuem gatos felv+ e felv- em casa, vacinaram com a quíntupla e nunca tiveram problemas. Mas se eu não me engano, posso estar errada, essa vacina é um pouco difícil de encontrar (pelo menos em alguma cidades) e também é cara, acho que precisa dar 2 ou 3 doses, então nesse período entre uma dose e outra os gatos ainda precisarão ficar separados, mas depois que o vet der o ok, eles poderão conviver juntos sim. Mas é sempre bom perguntar para um especialista antes, mas na época foi o que me falaram pois a minha gata também conviveu um tempo com os gatos da minha irmã e eu fui atrás das informações sobre a vacina para os gatos dela não correrem o risco de pegarem a doença.

      Resposta

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