Olá, pessoas! Como estão? Eu me preparando para voltar a rotina após minhas pequenas “férias” pós cirúrgicas hahaha.

Dando continuidade as resenhas da série Fazendo meu filme, hoje é a vez do segundo livro: Fani na Terra da Rainha.

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Depois de descobrir que está apaixonada por seu melhor amigo Leo, Fani começa a repensar seu intercâmbio para a Inglaterra. Claro que mesmo querendo desistir, sua família não permite que ela cancele a viagem por uma paixão adolescente. Depois de tentar se afastar de Fani, Leo percebe que não consegue esquece-la e mesmo relutando, vai até o aeroporto para se despedir de seu amor depois de descobrir que o sentimento de Fani é reciproco.

Fani embarca para a terra da rainha, mas não viaja inteira. Uma parte sua ficou em Belo Horizonte e ela sabe que não será fácil encarar o ano que está pela frente. Quando uma cartomante falou para ela que sua viagem seria sofrida, não imaginou que seria tanto.

Fani chega na Inglaterra querendo voltar, não consegue se adaptar direito, sente falta da família, dos amigos, do Leo. Além de todos esses sentimentos, ainda sente uma grande dificuldade com o inglês britânico. Entre altos e baixos que seguem os primeiros momentos dela no exterior, desesperada para voltar ao Brasil, ela recebe notícias de que seu grande amor seguiu em frente e arranjou uma nova namorada.

Arrasada e de coração partido, Fani resolve não interromper seu intercâmbio e aproveitar ao máximo o ano que tem pela frente, pois percebe que essa é uma oportunidade que não deve jogar fora. Aos poucos vai se habituando à nova família, à cidade, faz novos amigos, consegue se divertir e também conhece um rapaz muito simpático, o brasileiro Christian, que se esforça muito para roubar seu coração.

O ano passa mais rápido do que ela imagina e logo já está arrumando as malas para voltar ao Brasil. E agora, será que sua vida em Belo Horizonte continuará igual quando ela partiu? Será que um ano não é tempo demais? Terá espaço para Fani ainda na vida de seus amigos, sua família, na vida de Leo?

O livro é muito foto, gostei mais do que o primeiro, como já falei na resenha passada. Consegui rir bastante também. Confesso que em alguns momentos a imaturidade da Fani acabou me irritando, porque me desculpem os românticos, mas uma paixão adolescente não pode fazer com que a gente desista de algumas oportunidades únicas que aparecem na nossa vida. Pode ser o amor da nossa vida? Claro que sim, mas um ano longe não mata ninguém, pelo menos quando o amor é verdadeiro. Enfim, o livro vale super a pena. Assim como o primeiro, cada capítulo também se inicia com frases de filmes, o que eu achei bem legal.

Trila sonora do livro:

 

Frases do livro:

 

Halley: Você tem que aprender a andar. Você tem que aprender a falar.Você tem que usar aquele chapéu totalmente ridículo que sua vó comprou pra você. Sua opinião não conta. E quanto você cresce um pouco, mesmo que possa escolher os seus chapéus,  você não pode escolher quando se apaixonar. Algumas coisas acontecem e você tem que aceitá-las. (Meu novo amor)

Porque, com certeza, eu não teria como aceitar a amizade oferecida por ele  no final da carta. Eu não queria nenhum premio de consolação. Já sabia o que era tê-lo mais do que como amigo. Os sentimentos tinham ido longe demais para voltar atrás. E – certamente – eu não estava preparada para vê-lo com ninguém.

Toni: Eu não sei como dizer o que eu quero te dizer, por isso eu estou escrevendo. Quando eu te vejo eu não consigo tirar os meus olhos de você. Eu desejo ter os seus braços em volta de mim… E sentir o seu corpo contra o meu. Eu sei que você não sente o mesmo… E é por isso que eu não tenho coragem de assinar. Mas eu te amo mais do que as palavras podem dizer. (Admiradora secreta)

“Morno” é uma palavra que não podemos aplicar a esse seu ano no exterior. Todos os seus momentos transbordam intensidade. E não seria assim a forma como deveríamos sempre viver? Fazendo cada minuto valer, em vez de deixar o relógio funcionar inutilmente?

Daphne Reynolds: A verdade é que algumas vezes as coisas não são exatamente como você sempre imaginou… elas são ainda melhores! (Tudo que uma garota quer)

Eu me sinto diferente. Deixei de querer me esconder atrás da minha mãe a cada vez que uma situação exige que eu tome uma decisão, aprendi a entender melhor os meus sentimentos e agora eu sei que o medo nunca deve nos impedir de tentar o que quer que seja. A coragem sempre é recompensada. E quanto maior é a ousadia, melhor é a realização.

E vocês, já leram a série?

Espero que tenham gostado 🙂

Beijos e bom início de semana.

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Resenha: Fazendo meu filme 2 – Fani na terra da Rainha

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