Livro: Um Passarinho me contou: Confissões de uma mente criativa

Autor: Biz Stone

Páginas: 254

Ano: 2015

Capa_Um passarinho cs3 Sinopse: Um Passarinho Me Contou: Confissões de Uma Mente Criativa –  Em Um passarinho me contou — autobiografia do criativo, efervescente,  engraçado, encantadoramente positivo e notável cofundador do Twitter —,  Biz Stone discute o poder da criatividade e como tirar proveito dela por  meio de histórias das suas extraordinárias vida e carreira. Biz conta  histórias fascinantes, essenciais e pessoais sobre sua infância e carreira no  Google e no Twitter, compartilhando seus conhecimentos sobre a origem e  a importância do talento nos dias de hoje. Também fala sobre ambição,  fracasso, cultura corporativa e o valor da vulnerabilidade. Seja ao oferecer  conselhos, contar histórias dos bastidores ou ao compartilhar sabedorias e  princípios de um dos empresários mais bem-sucedidos do século XXI, este    livro irá satisfazer a todos os leitores.

Um Passarinho Me Contou foi um dos livros mais legais que li até o momento no ano de 2015. Ganhei de presente de natal da minha melhor amiga e quando abri olhei a capa e pensei “ué, que livro é esse que eu nunca vi?”, acho que tinham recém lançado. Li o título, não me disse muita coisa, mas em baixo na capa diz “Biz Stone Cofundador do Twitter”, me identifiquei na hora e imaginei que seria uma leitura prazerosa e que eu iria gostar.

Imaginei isso logo de cara olhando para a capa do livro porque o Twitter é uma das redes sociais que eu mais gosto, apesar de ultimamente não utilizar muito, mas já fui bem viciada nele.

No livro o Biz conta sua trajetória de vida, desde quando trabalhava criando capas de livros, quando começou a trabalhar no Google, como era sua rotina dentro da empresa, e vai contando como foi o decorrer da sua vida até que o Twitter foi criado. Eu não conhecia a história da rede social, nunca busquei ir atrás, mesmo gostando de saber como as “coisas” sugiram, então para mim foi muito legal!

A leitura é agradável, leve e pode-se dizer divertida em algumas partes. É interessante descobrir o propósito por trás da plataforma e ver que se utilizado da maneira certa o Twitter é a melhor rede social para ficar por dentro de todos os acontecimentos do mundo, e o melhor de tudo, em tempo real. (Eu particularmente quando quero descobrir sobre alguma coisa que está acontecendo geralmente corro para o Twitter).

Acredito que no Brasil algumas pessoas tenham preconceito em relação a rede social, já ouvi muita gente dizendo que ela é totalmente inútil, e ele mostra que na verdade não. É uma ferramenta muito útil quando utilizada certo. Qualquer rede social vai se tornar inútil se as pessoas que utilizam ela escreverem/postarem/compartilharem apenas coisas irrelevantes. Isso não torna o Twitter uma rede social ruim, o que deixa ele ruim são as pessoas que utilizam.

Enfim, o Biz conta boas histórias tanto da vida dele no Google, no Blogger, no Twitter e um pouco sobre o rumo que a vida dele levou após sair da empresa. Acredito que seja um ótimo livro para quem busca ideias para empreendimentos e coisas relacionadas a área criativa. Ele mostra que não é necessário nascer em berço de ouro para conseguir se dar bem na vida, desde que você esteja disposto a trabalhar sério para alcançar os seus sonhos.

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Passagens que gostei do livro:

“O voo em bando, o aprendizado e o fenômeno chamado emergência, no qual muitos animais parecem virar um superorganismo bem mais inteligente e capaz do que qualquer um de seus indivíduos são comuns na natureza. Este pensamento grupal é encontrado em pássaros, peixes, bactérias e insetos, mas se você já tentou andar numa estação lotada do metrô, viu imagens de Woodstock ou ligou a TV no canal C-SPAN, sabe que seres humanos não voam em bando naturalmente. Agora, pela primeira vez, o Twitter, como uma nova forma de comunicação, permitia que os humanos voassem em bando, fornecendo um modo inteiramente novo de conexão entre integrantes da nossa espécie”.

“Steve me ensinou que ter uma capa recusada não era um problema, mas sim uma oportunidade. Meu trabalho não era apenas ser um artista, fazendo capas que me agradassem. O desafio era criar  um design que eu amasse e que os departamentos editorial e de vendas achassem perfeito. Esse era o verdadeiro objetivo. “Seus objetivos devem ser maiores que o seu ego”.

“Quando Jack me disse que precisava de mim para manter o ânimo da empresa, percebi  que a minha positividade era importante, embora fosse difícil de medir. Eu não estava apenas criando uma marca para consumo externo: era o responsável pela cultura da empresa.(…) Sempre fui capaz de achar o ponto otimista.”

Boa leitura!

Resenha: Um Passarinho me contou: Confissões de uma mente criativa

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